Arlindo Barcelos
A nossa amizade começou quando ele jogava nos juvenis do
União Praiense e por mim foi convocado para a Seleção da Terceira que, no
primeiro regional da
categoria (Faial, Terceira e São Miguel), disputado na
cidade da Horta, ganhou tudo o que havia para ganhar. Arlindo foi uma “trave-mestra”
dessa mesma seleção.
Mais tarde, da sua passagem pelo Lusitânia, eu adjunto do
Mário Nunes, mantivemos sempre a mesma postura de amigos, cimentada quando, em
1997, acompanhei, como jornalista, os veteranos do Lusitânia ao Canadá e o Arlindo
estava no aeroporto à espera da caravana. Desde logo, manifestou interesse em
que eu ficasse na sua casa. Eu, principescamente instalado e do Arlindo, desde
o primeiro ao último dia, nada me faltou, inclusive da parte de sua esposa que,
um dia, nos levou a uma sessão de fados com o Tristão da Silva Júnior, evento
promovido pelo bando onde ela era funcionária.
Normalmente, o Arlindo levava-me a almoçar fora. Diga-se de
passagem, uns lugares agradáveis com excelentes sobremesas.
Hoje, a nossa amizade continua pelo facebook. Um forte
abraço e mais uma vez o meu BEM HAJA pela colaboração naquela que foi a minha
última digressão jornalística ao Canadá.
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