RUI BATISTA
(USA) – FASCINADO PELA RÁDIO
Em
representação do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol da Horta, foi
um dos bons árbitros ao nível Açores. Na Horta, quando fui treinador do
Sporting (época de 86-87), apanhei o Rui Batista em alguns jogos, sobretudo nos
de caráter decisivo. Nada a dizer, porque entre nós sempre houve o maior
respeito, ou seja, as missões do árbitro e do treinador para mais que eu também já havia passado por aquele sector em Angola e posteriormente pelo CA da AFAH.
respeito, ou seja, as missões do árbitro e do treinador para mais que eu também já havia passado por aquele sector em Angola e posteriormente pelo CA da AFAH.
Rui Batista foi outro faialense que emigrou para os
Estados Unidos. Refira-se que o maior êxodo emigratório aconteceu após a
erupção do Vulcão dos Capelinhos.
Em 2003 ou 2004, por aí, antes de vir para o
Brasil, reencontrei o Rui Batista num restaurante nos Flamengos e deu para um
bate-papo entre doisamigos. Nessa altura, estava eu ao serviço do Futebol Clube dos
Flamengos.
Nos Estados Unidos, concretamente em New Bedford o
Rui Batista está ligado à rádio. Um novo desafio e consequentemente um
fascínio. Ser radialista não é tão fácil como parece, mas o Rui tem, com toda a
sua sabedoria, levado a “Carta a Garcia”, como sói dizer-se na gíria popular.
Meu caro Rui Batista o desejo que o ano de 2016 lhe
traga enormes êxitos profissionais, sobretudo nesta coisa que dizemos por
“fazer rádio”.

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