Ilha de São Jorge
Rui Bettencourt Oliveira
Ao meu estimado amigo
e colega Luís Bretão:
Queria dirigir algumas palavras fundamentadas numa sólida e sempre
existente amizade, cimentada num convívio diário e gratificante, alicerçado nos
bancos do velhinho Liceu no Convento de São Francisco da cidade de Angra,
durante o segundo ciclo do nosso percurso liceal.
Aliás, fazemo-lo com todo o prazer e honra.
Nesse saudoso tempo, já o Luís Bretão era o aglutinador e promotor de
vários eventos que animavam a nossa juventude, sempre um tanto irreverente,
onde também reinava o
entusiasmo e a alegria de viver.
entusiasmo e a alegria de viver.
Aliás, ainda hoje é evocado o seu nome com muita admiração pelo trabalho
e empenhamento, nas ações que desenvolvia.
Apoiando também o jornalismo colaborou no mesmo, sustentando polémicas e
discutindo problemas de temas vários, de feição local e regional, e outros de
âmbito mais alargado.
Por outro lado, um fio de ingénuo e espontâneo romantismo atravessa
esses temas, ponteados de elementos ilhéus, mostrando a alma e o sentir de um
açoriano de quatro costados.
Assim, e pelo que atrás foi dito, é mais que justa a homenagem que em
bom tempo foi decidida e tornada possível através de um livro que reúne vários
depoimentos de muitos daqueles que lidaram com o Luís Bretão, nos vários
sectores que pôde abranger e participar, sempre dando o seu melhor.
Um grande e sentido abraço ao meu amigo e colega, Luís Bretão.
Rui Albano
Bettencourt Oliveira-Fajã de Santo Amaro,
São Jorge, 27 de Março de 2014

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