JOAQUIM
ANTÓNIO COELHO FIGUEIRA (Amigo e antigo treinador do União Desportiva Praiense,
residente na zona de Lisboa)

Caro
amigo, o prometido é devido. Não queria deixar, nesta data tão importante para
ti e para o jornalismo, enviar o meu reconhecimento pelo que fizeste bem pelo
jornalismo e pelo desporto.
EU FUI À PRAIA DA VITÓRIA
Quando
alguém faz cinquenta anos, de uma atividade, é porque tem uma vasta história de
vida para
contar. Carlos Alberto é um exemplo que deve ser seguido por muitos que hoje exercem a difícil profissão de jornalismo. Como desportista, como jornalista e como homem, integro, vertical, honesto e acima de tudo humano., merece da nossa parte os mais rasgados elogios e reconhecimento pela obra feita.
contar. Carlos Alberto é um exemplo que deve ser seguido por muitos que hoje exercem a difícil profissão de jornalismo. Como desportista, como jornalista e como homem, integro, vertical, honesto e acima de tudo humano., merece da nossa parte os mais rasgados elogios e reconhecimento pela obra feita.
Tive
a honra do conhecer, em Angra do Heroísmo, aquando duma entrevista que me fez e
desde logo nasceu uma empatia que permanece.
Como
leitor do Jornal " A BOLA" li algumas das crónicas que ele escreveu.
Não fazia a mínima ideia que era açoriano e da bela ilha da Terceira de Jesus
Cristo. Foi em 1982, quando me chamaram a atenção para uma crónica, intitulada
"Eu fui à Praia da Vitória" que vinha no Jornal A UNIÃO e que falava
sobre mim. Estava, desde Agosto de 1981, na Praia da Vitória, onde tinha sido
colocado na Gerência do Banco Totta & Açores. Como tinha tempo livre,
aceitei o cargo de treinador do União Desportiva Praiense, por isso a tal
crónica. Fiquei com curiosidade em o conhecer e saber mais sobre ele.
Fiquei
agradavelmente surpreendido que, com todos os que falei, ao falarem do Carlos
Alberto, a admiração e o respeito que tinham, para além dos mais elevados
elogios, ao homem ao atleta que foi e em especial ao seu trabalho como
jornalista em prol do desporto açoriano, bem como na defesa da sua ilha e das
suas gentes.
A
partir da minha passagem, pela ilha, nunca mais deixei de acompanhar o seu
trabalho e ainda hoje, através das redes sociais, vou acompanhando o seu belo
trabalho como jornalista e em especial quando recorda, em belas crônicas, as
suas saudades da sua ilha e das suas gentes que se distinguiram nas mais
diversas atividades.
Vai
comemorar as sua bodas de ouro, mas ainda tem muito para dar ao jornalismo.
Porque homens como o Carlos Alberto fazem muita falta nos tempos difíceis que
correm.
Parabéns
e que Deus te dê muita saúde e força para continuares o teu excelente trabalho
em prol do jornalismo.
Bem
Hajas e dá-me a honra de continuares a ser meu amigo.
Um
forte abraço
Coelho Ferreira
Coelho Ferreira

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