"Chafariz da Cerveja"

Augusto e Zé Maria são, sem margem para dúvidas, duas grandes figuras da nossa ilha. Gosto de falar da ilha num todo e passar ao lado de burgos.
Mais uma vez, esse escritor que se firma no nosso meio literário, José Liduino Borba, escreve um livro (ao que consta para ser lançado no mês de Junho, no
período das Sanjoaninas) sobre o “Chafariz da Cerveja” que tem como promotores e grandes activistas, Augusto e Zé Maria. Com ambos tive o privilégio de conviver durante a minha permanência na Terceira no período Dezembro/Janeiro. Com o Augusto numa noite inolvidável na sua casa com os veteranos do Lusitânia e os da Marinha Grande. Mas que noite. Com o Augusto, o Amaro, o Hélder (Zandinga ou Fox de Ryan, o que preferirem), o João Luís (zzzzzzzzzzz), o Dionísio, o João Medeiros, é sempre festa garantida, de boa disposição, de bom humor. Claro que aqui tinha lugar o professor Licas, também ele, faça-se justiça, um grande animador de grupo. Depois, ainda continuando com o Augusto, em dois almoços (das quintas-feiras), na Adega de São Mateus com o Zé Maria sempre presente, ora para ver se tudo estava em ordem (sempre ao lado da “língua afiada”, Zeca Berbereia), ora para uma foto da praxe, com aquela indumentária branca que é mesmo uma distinção de chefe de cozinha. Queria aqui realçar que, com “medo” da “boa língua” do Zeca Berbereia, o meu amigo José do Couto, volvidos muitos anos em que o “aturei” no futebol, pagou-me um almoço. Tenho mesmo que agradecer é ao Zeca Berbereia.
período das Sanjoaninas) sobre o “Chafariz da Cerveja” que tem como promotores e grandes activistas, Augusto e Zé Maria. Com ambos tive o privilégio de conviver durante a minha permanência na Terceira no período Dezembro/Janeiro. Com o Augusto numa noite inolvidável na sua casa com os veteranos do Lusitânia e os da Marinha Grande. Mas que noite. Com o Augusto, o Amaro, o Hélder (Zandinga ou Fox de Ryan, o que preferirem), o João Luís (zzzzzzzzzzz), o Dionísio, o João Medeiros, é sempre festa garantida, de boa disposição, de bom humor. Claro que aqui tinha lugar o professor Licas, também ele, faça-se justiça, um grande animador de grupo. Depois, ainda continuando com o Augusto, em dois almoços (das quintas-feiras), na Adega de São Mateus com o Zé Maria sempre presente, ora para ver se tudo estava em ordem (sempre ao lado da “língua afiada”, Zeca Berbereia), ora para uma foto da praxe, com aquela indumentária branca que é mesmo uma distinção de chefe de cozinha. Queria aqui realçar que, com “medo” da “boa língua” do Zeca Berbereia, o meu amigo José do Couto, volvidos muitos anos em que o “aturei” no futebol, pagou-me um almoço. Tenho mesmo que agradecer é ao Zeca Berbereia.
Deixando os à-partes, volto a falar do “Chafariz da Cerveja” que não conhecia. Só naquela noite em que estive em casa do Augusto é que, à entrada, me apercebi dessa linda obra. Disse à entrada, porque à saída já não dava para ver o Chafariz. Como diria o senhor Mesquita, “preceberam”. À saída foi mais complicado. Como também desconhecia que o nosso amigo e companheiro das lides jornalísticas, Mário Rodrigues, era vizinho do Augusto. Por isso, achei muito interessante a ideia de o convidar para apresentar o livro “Chafariz da Cerveja”. E também mais do que justo (porque ele, para além de divulgar, também se revela um bom bebedor em cada 15 de Agosto que passa) ser João Rocha o autor do prefácio, bem ao seu peculiar jeito de escrever.
Augusto e Zé Maria merecem todo este registo do “Chafariz da Cerveja” em livro. Uma obra para gerações vindouras, esperando eu que o “Chafariz” se mantenha por ali por muitos e muitos anos. Continuidade para os filhos?

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