Do meu “baú
Em amena cavaqueira com um amigo, sentados na beira
da praia de Icaraí (Niterói), falávamos, entre outros assuntos (futebol também
marcou presença), sobre música, temática que aflorou quando, a dado momento,
veio à baila os portais de apoio ao Rei Roberto Carlos, nomeadamente o nosso Splish Splash
que eu, por uma questão de honra, coloco sempre na
vanguarda das conversas. E há que entender esta minha postura, sendo eu, para
além de representante no Rio de Janeiro, um dos seus redatores permanentes e
que, também, manda a verdade dizer, mantenho a minha regular colaboração
semanal. É mais um achega (não direi acha para a fogueira porque não pretendo
queimar quem já está queimada) para que se capacitem que não me sirvo do Portal
para aparecer. “A Bola” foi, inquestionavelmente, a ponte mais significativa da
minha carreira, não menosprezando outros importantes órgãos por onde passei.
Mas, deixando essa outra música (foi apenas mais um
lamiré para que se deixe de duvidar da minha capacidade e do meu percurso de
quase 48 anos de atividade), eu e o meu amigo, insuflando o aroma do mar (com o
Rio de Janeiro servindo de pano de fundo), sempre tocamos em Roberto Carlos e
outros artistas brasileiros que, tal como ele, tiveram início de carreira na
Jovem Guarda. O meu amigo, que não perde um dos meus escritos que são
publicados no Splish Splash, até me questionou sobre o fato dos portais não
terem acompanhado o Rei Roberto Carlos a Jerusalém. Não pretendi aqui entrar
numa de desagrado e mudei de assunto para se falar de artistas internacionais,
nomeadamente os que, recentemente, atuaram no Brasil, incidindo a conversa em
Paul McCartney que foi mais um êxito, de todo absoluto, quer no Rio quer em São
Paulo. Ainda falei do grupo em si, nos seus belos tempos (seus e nossos), das
suas mais famosas músicas e ainda do filme erótico em que participou o Ringo
Star. Depois de mais opiniões e comentários, chegamos a esta conclusão: NUNCA
MORRERÁ A “BEATLEMANIA”!

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