Ao
serviço do Diário Insular, acompanhei os veteranos (veteranos, só no nome.
Jogavam que se fartavam) numa digressão ao Canadá, a última (das cinco) que fiz
naquele país. De novo, deu para reencontrar velhos amigos, umas das principais
essências destas digressões. Foi um enorme prazer ter ficado em casa
do Arlindo Barcelos e família, ele que foi meu jogador numa seleção da Terceira e, mais tarde, no Lusitânia quando eu fui adjunto do Mário Nunes. O outro, Armandinho, que passou pelo Lusitânia como central. Um ser humano fantástico que acabou por rumar para Toronto em busca de melhores condições de vida.
do Arlindo Barcelos e família, ele que foi meu jogador numa seleção da Terceira e, mais tarde, no Lusitânia quando eu fui adjunto do Mário Nunes. O outro, Armandinho, que passou pelo Lusitânia como central. Um ser humano fantástico que acabou por rumar para Toronto em busca de melhores condições de vida.
De resto, muita gente conhecida ali esteve presente, mas hoje, infelizmente,
alguns já estão no "outro lado da vida".


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