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485º Aniversário da Cidade de Angra do Heroísmo

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Do poeta-escritor Alexandre Oliveira


 Cesta de Três Pontos 
  Imagine você ir para um espetáculo onde aqueles que são os atores atuem sem precisar de mais alguém que trabalhe com esses. Será que funciona?...
Será que uma partida de futebol num estádio muito bonito como esses que fizeram antes da copa iria adiante caso não tivesse aqueles que se
desdobrassem para proporcionar a você boa localidade para assistir ás partidas, em que de certa forma você não fosse incomodado. Então, como ser possível isto?...   
Gente, eu creio que para alguma realização temos que estudar bem o caso que nos é oferecido, este tem que contar com várias pessoas envolvidas. Os protagonistas para trabalhar bem dependem de muitos, e se bem entendem o que estou comentando, nem sempre aquilo que se faz é totalmente igual.
Aqueles que querem aplausos dos seus expectadores tem que aceitar o trabalho daqueles que fazem parte da coordenação, ninguém que esteja no proscênio vai dar vida a um personagem se não tiver iluminação no palco, não dará segmento, caso o sonoplasta, nem mesmo o contrarregra, não cumpra seu trabalho de executar ás trilhas, de mover algum objeto de cena, tanto que eu vos digo: ensaie os caminhos que nos leve ao que interessa. Existem momentos que temos que aceitar as regras do jogo, que são muitas e exigem muito de nós que estamos na infantaria, sendo apenas soldados. Para eleger, vamos pelas ruas conversando, ouvindo pessoas que nos retrata toda situação que passam. 
Então, é inteligentíssimo que você saiba atacar, ante, recuar. Pois, aquele que ataca, deve também saber se defender para ganhar o jogo com todas as pedras intactas. Aquelas que estavam à frente podem recuar e depois irem novamente para frente, tem que ter um revezamento tal qual o jogo de vôlei, enquanto houver possibilidade de jogo. Não pense que você ganha a batalha na primeira instância sem sequer estudar suas possibilidades.
Digamos, se você estiver de centro avante e houver por algum motivo necessidade de você vir atuar na zaga para ganhar o jogo, você não iria aceitar?...   Eu creio que um bom jogador que quer continuar em campo não pode, e nem deve estragar sua oportunidade, se mais tarde este possa fazer a diferença e, ser aceito por todos.
 Trocando em miúdos, é isto que vejo ser necessário. Pois quanto mais participo do jogo mais posso ganhar sem ao menos contundir ninguém. Matar, por matar não é jogo. Pois é dito que temos que usar a cabeça, ser inteligente, e que macaco que é macaco não mata macaco, ele aprende o jogo e faz de tudo para ganhar a próxima partida, isto é, se não ganhar o embate na primeira vez.

A inteligência de cada um de nós é que é o segredo do negócio, e pronto. No basquete é cesta de três pontos e vitória certa.       
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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