O meu “pseudo” guarda-costas – Paulo Jorge “Massinga”
Belos tempos. Era eu muito conhecido na célebre Cova da Onça
(já não existe) situada na Avenida da Liberdade em Lisboa. Numa das viagens em
que acompanhei o Lusitânia a disputar o Nacional da II Divisão, e depois de um
jogo disputado num sábado, grande parte
da malta mostrou interesse em ir à Cova
da Onça. Marcamos o ponto de encontro nos Restauradores e lá fomos subindo a
Avenida da Liberdade até chegarmos ao destino. Todos entraram comigo e, claro,
não pagaram. Porém, o Paulo Jorge “Massinga” se atrasou e, quando chegou à
porta da Cova, foi barrado pelo porteiro, o meu amigo António. Fui chamado e,
quando cheguei à entrada, disse ao António que ele era o meu “guarda-costas”. O
António tirou o quepe e saudou o “Massinga”. Uma história que deu para rir pela
noite dentro.


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