Quando fui estagiar ao Benfica em 1977 com Jonh Mortimore e
o professor Rui Silva, no treino inicial quando entrei na bancada central
deparei com o Fernando Chalana a ser massajado, enquanto o treino decorria com
o Vítor Batista (RIP) na frente do pelotão. A primeira reação do Chalana foi
esta: "o que
faz por aqui?". Contei-lhe claro o motivo da minha presença. É que
conheci o Fernando Chalana quando ele fez parte de uma seleção de juniores que,
em 1975, veio à Terceira a convite do Lusitânia. Inclusive, conversamos um
pouco sobre essa digressão. Depois, apareceu o meu saudoso amigo e companheiro
de A Bola, fotógrafo de enorme talento, Nuno Ferrai, que também não sabia que
eu ali estava a estagiar. O Nuno ainda me disse, "vai aparecer lá no jornal?". Claro que não podia deixar de, amiudadamente, naquele período (quase um mês),
de dar um alto até à Travessa da Queimada, 23. Era ali que se preparava o
jornal A Bola e cuja impressão passava pelas oficinas do Diário Popular.
Despediu-me do Chalana com votos de uma rápida recuperação.
Na semana seguinte, o Benfica partia para a Rússia onde foi defrontar o Dínamo
de Moscovo para a então Taça dos Clubes Campeões Europeus e eu fiquei observando os trabalho do técnico dos juniores Ângelo Martins. Curiosamente, por A
Bola à Rússia foi outro saudoso amigo que muito me estimava, o chefe de redação Vítor
Santos (RIP)


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