Quando
morrer, desejaria que a minha urna fosse coberta de folhas de jornais
impressas, levando para o “outro lado da vida” (onde muitos dos amigos que aqui
menciono me esperam), esse bichinho que, felizmente, continua bem mexido. Daí
que, uma vez por outra, vou alinhavando escritos para serem
publicados no
matutino (na minha altura, vespertino) “A União”, o meu primeiro jornal da
imprensa regional, e cuja ideia foi bem acolhida pelo editor João Rocha, um
moço que, em boa hora, enveredou pelo jornalismo, apresentando sempre uma
qualidade digna dos maiores encómios. Um grande valor. Conheci João Rocha como
distribuidor de jornais, uma profissão como outra qualquer. Depois deu o salto.
Um vulto que despontou.
Aqui
deixo, em retrospectiva, duas dessas crónicas (genérico Postal do Brasil) que
enviei, na oportunidade, para o jornal “A União”.

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