
10 de
Março assinalado por duas vezes
Foi a 10
de Março de 1964 que comecei a fazer jornalismo. A 10 de Março de 1981, nasceu
a minha filha. Uma agradável coincidência.
Esse 10 de Março foi um passo significativo da minha vida. Em 1989, assinalei
as “bodas de prata”
com o pessoal do jornal “A União” e, à noite, uma festa na Adega Lusitânia, festa esta que terminou na Rádio Horizonte-Açores com a presença da minha filha, vinda da ilha do Pico, e que fazia oito anos de idade. Um dia bonito, apesar de ser uma sexta-feira 13. Depois, no domingo, dia 15, um almoço com a equipa do Lusitânia. O clube, nessa altura, era presidido pelo meu grande amigo Luís Carlos de Noronha Bretão. Recebi muitas felicitações e fui entrevistado por todos os meus colegas editores da Rádio Horizonte e também pela Rádio Televisão Portuguesa-Açores, representada por Paulo Augusto.
com o pessoal do jornal “A União” e, à noite, uma festa na Adega Lusitânia, festa esta que terminou na Rádio Horizonte-Açores com a presença da minha filha, vinda da ilha do Pico, e que fazia oito anos de idade. Um dia bonito, apesar de ser uma sexta-feira 13. Depois, no domingo, dia 15, um almoço com a equipa do Lusitânia. O clube, nessa altura, era presidido pelo meu grande amigo Luís Carlos de Noronha Bretão. Recebi muitas felicitações e fui entrevistado por todos os meus colegas editores da Rádio Horizonte e também pela Rádio Televisão Portuguesa-Açores, representada por Paulo Augusto.
Em 2004, na ilha do Faial, alcancei os 40 anos de carreira, com outra festa
significativa, organizada pelo Futebol Clube dos Flamengos, clube que servi com
toda a minha dignidade. Uma festa que decorreu no polivalente da Junta de
Freguesia. Não faltaram os telefonemas e os telegramas de felicitações. Comigo estiveram,
mais uma vez, o Rádio Clube de Angra, a Antena 1, e a Rádio Televisão
Portuguesa-Açores. Lembro-me que o repórter da televisão, José Matos, no final,
terá dito que estava na hora de escrever um livro. Não levou muito tempo. Foi
escrito no Brasil, como poderia ter sido em outro país qualquer onde me
encontrasse.
Ao Futebol Clube dos Flamengos, agradeço do fundo do coração a iniciativa. Foi
gratificante o fato de terem convidado para orador o Dr. Carlos Lobão, meu
antigo jogador no Sporting, na época em que fomos campeões. Carlos Lobão que,
segundo ele próprio revelou, teve dificuldades em falar do meu percurso. Um
agradável reconhecimento.
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