
Um homem fascinado pelo mar
Terça, 25 de Agosto de 2015
Eu também sou um homem fascinado pelo mar. Durante esse tempo que passei em
São Paulo, de novembro de 2014 até agosto de 2015, faltou-me esse cheirinho
gostoso, o bater das ondas na praia de Icaraí (Niterói)
por onde caminhava e
dava os meus mergulhos da ordem. Do mar há muitas estórias, umas alegres e
outras tristes. As tristes em relação a mortes, muitas delas originadas por
naufrágios, como foi, por exemplo, a do Costa Concórdia, navio que visitei na
primeira coletiva em que participei no Cruzeiro Emoções em Alto Mar com o rei
Roberto Carlos.
Das bonitas estórias que o mar nos faz alinhavar um escrito, temos esta:
O senhor Odilon Vitorino, nascido no ACRE e que viveu também em Fortaleza,
tinha um enorme fascínio pelo mar e daí batizar sete dos seus filhos com MAR.
Só o caçula, de nome Raimundo, fugiu a este estigma, atendendo ao fato do dito
cujo, Odilon Vitorino, pretender para o efeito, homenagear o seu pai Raimundo
Vitorino.
Desta estória, cheia de maresia, vejamos então os respectivos nomes:
Mulheres
Marlene
Marilete
Marluce
Marlete
Mariluce
Homens
Mardilson
Marlino
Odilon Vitorino começou por ser Seringueiro, subiu para Seringalista (dono
de Seringais), Comerciante e também enveredou pela política – vereador e
prefeito da cidade de Tarauacá – Acre.
Uma coisa é certa: Odilon Vitorino quando fez os filhos estava com a seringa
cheia de água do mar.
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