Drummond nasceu na cidade de Itabira, em Minas Gerais. Sua
memória dessa cidade viria a permear parte de sua obra. Seus antepassados, tanto
do lado materno como paterno, pertencem a famílias de há muito tempo
estabelecidas no Brasil.Posteriormente,
foi estudar no Colégio Arnaldo,
em Belo Horizonte, e
no Colégio Anchieta, dos jesuítas,
em Nova Friburgo.Formado
em farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais,[6] com Emílio Moura e
outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no
Brasil
Em 1925, casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve
dois filhos, Carlos Flávio, que viveu apenas meia hora[8] (e
a quem é dedicado o poema "O que viveu meia hora", presente em Poesia
completa, Ed. Nova Aguilar, 2002), e Maria Julieta Drummond de Andrade.
No mesmo ano em que publica a primeira obra poética,
"Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na
conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita
no curso de férias da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pelo
professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no
contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. Existe colaboração de sua
autoria no semanário Mundo Literário (1946–1948).
Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público,
embora tenha começado a escrever cedo e prosseguisse escrevendo até seu
falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze
dias após a morte de sua filha. Além
de poesia,
produziu livros infantis, contos e crônicas. Sua morte ocorreu
por infarto do miocárdio e insuficiência
respiratória.
Em 1987, meses antes de sua morte, a escola de samba Mangueira o homenageou no Carnaval com
o enredo "O
Reino das Palavras", sagrando-se campeã do Carnaval Carioca naquele
ano.

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