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sábado, 23 de junho de 2018

Da poetisa-escritora Bernardete Cavalcanti

SAUDADES DE TEU AMAR

Olho a água parada e entro nela,
vejo o mar quieto, sem movimento,
Pássaros alegres em debandada,
voam bem longe sem parar.
O entardecer está a mascarar
as nuvens que se foram a rolar
Solto livre meu pensamento,
buscando a paz encontrar!
A saudade de ti estampa - se em sofrimento
na minha face rosto com rugas de preocupação
As lágrimas vertem enchendo o peito de emoção.

Vejo longe uma barcaça ancorada,
dá - me vontade de alí ficar.
A saudade é forte e intrigante,
deixando minha alma angustiada,
em turbilhão de tantas dores.
nesta escalada de sofrimento sem fim!.
Oh! Como sofre este peito de amores
por ti que longe ficastes indiferente.
Neste poema escrito de forma singela
procuro uma forma dócil de expressar,
a vontade ímpar de te rever,
e de ter- te de novo bem junto a mim!






Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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