Polis: significa civilizar, educar, aperfeiçoar. Nada melhor
para aqui enquadrar as cidades de Divinópolis e Petrópolis, cidades essas a que
estou ligado por laços de amizade, através de pessoas que fui conhecendo ao
longo destes últimos anos e que, pelo que constato, aquilataram os meus
escritos e hoje, na sua esmagadora maioria, são meus fieis leitores, fato que
registro com enorme prazer.
DIVINÓPOLIS
Divinópolis,
uma cidade com cerca de 200 mil habitantes, pertencendo ao Estado de Minas
Gerais, tem progredido a olhos vistos, defendendo e incrementando, sobretudo o
aspecto de índole cultural, servindo de paradigma a ação meritória da Confraria
Cultural Brasil – Portugal (da qual faço parte na qualidade de membro
correspondente), presidida pela minha querida amiga Fátima Quadros, ela que se
considera (e bem) a brasileira mais portuguesa no seu burgo. A Confraria
Cultural Brasil-Portugal, com quase dois anos de vida, tem correspondido aos
anseios dos seus fundadores e atuais membros. E pelo que já conheço a Confraria
Cultural Brasil-Portugal muito tem para desenvolver nos próximos tempos, tendo
como notória influência a dinâmica da advogada
Fátima Quadros, ilustre
presidente, conforme já referi anteriormente.
Por outro
lado, pelas informações que também recolhi, Divinópolis dispõe de uma
Prefeitura que educa que aperfeiçoa e que, deste modo, procura sempre estar ao
lado da população, dando-lhe o melhor possível, porque, como se sabe, neste
país, em termos de verbas, são visíveis os condicionalismos. Verbas que abundam
para os políticos de Brasília, mas isto é outra estória para merecer, da nossa
parte, a feitura de outra matéria, com todo o rigor e obviamente com bases
seguras – Sarney e outros estão na mira.
Ainda
falando de Divinópolis, recentemente realizaram-se Seminários sobre
Comunicação, que decorreu na Faculdade Pitárogas. Estes Seminários, de grande
interesse em função do valioso naipe de palestrantes. Os eventos foram abertos
a todos os alunos, profissionais de comunicação, tendo sido debatidos assuntos
de interesse de todos os comunicólogos. Foi assim que, entre outros, foi
desenvolvido o tema “Comunicação Integrada nas Organizações, novas perspectivas
no mercado”.
De acordo
com o diretor geral da Faculdade Pitágoras Unidade Divinópolis, Prof. Cláudio
Nascimento de Oliveira, estes seminários foram mais uma iniciativa que mostra o
compromisso da instituição com a comunidade local. “Grandes nomes da
Comunicação Empresarial estiveram presentes nos eventos, fato que constituiu
uma chance para os alunos, ex-alunos, demais profissionais e interessados na
área de Comunicação Social que, assim, atualizaram conhecimentos e
estabeleceram contatos profissionais. Esta, aliás, é uma das preocupações da
Faculdade Pitágoras, que preza pelo ensino de qualidade com ênfase na realidade
do mercado de trabalho”, afirmou.
Em suma,
Divinópolis está de parabéns pela dinâmica sócio-cultural que está a ser
imprimida pelas entidades oficiais, especial referência para a sua Prefeitura.
Deixava
aqui, também, o meu preito de gratidão à Confraria Cultural Brasil – Portugal,
a Prefeitura de Divinópolis, e agora a Faculdade Pitárogas, pelos convites que
me têm endereçado ao longo de todo este tempo, sobretudo a partir do momento em
que comecei a colaborar no semanário “Jornal Magazine”. Manda a verdade dizer
que foi através deste OCS, na pessoa da minha amiga jornalista, Marlene Gandra,
que comecei a ser conhecido na cidade de Divinópolis.
PETRÓPOLIS
CIDADE IMPERIAL
Petrópolis,
conhecida por “Cidade Imperial”, é outra localidade a que o meu coração está
intrinsecamente ligado, pelas amizades que fiz.
Com os seus
420 mil habitantes, Petrópolis ainda é, em certa medida, uma cidade onde reina
a calma. Cidade airosa, Petrópolis é, por outro lado, uma das mais caras do
Estado do Rio de Janeiro. Às vezes penso, nesse sentido, que os petropolitanos
estão “assombrados com o fantasma de D. Pedro”. Será que os bisnetos de D.
Pedro ainda repartem dividendos provindos das muitas taxas que são pagas em
tudo o que é mercado – e não só -? Um amigo meu, quiçá por brincadeira, um dia
disse-me: “Puxa, D. Pedro não nos deixa?” (rssss). Ainda lhe respondi: Melhor
será perguntar aos bisnetos.
Metida no
meio da serra, Petrópolis, uma cidade onde impera a limpeza e a disciplina no
trânsito (o que é muito raro aqui no Brasil), tem, para mim, um pequeno senão.
Este: Muito frio no Inverno. Ou será que eu já me habituei ao contínuo calor do
Brasil, obviamente no que concerne ao Rio de Janeiro e Niterói? Mas sempre vou
suportando...

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