Para
mim, a Oktoberfest já não constitui uma novidade, uma vez que, logo que cheguei
ao Brasil, isto é, volvidos dois meses após ter pisado solo brasileiro, fui de
viagem até Santa Catarina e, no programa da excursão, fazia parte uma paragem
em Blumenau, coincidente com a festa dos alemães, a Oktoberfest, muito
concorrida e que faz lembrar a própria Alemanha, por onde passei por
três vezes. Tudo a rigor, inclusive as construções das casas e, logicamente, a gastronomia e a boa cerveja, uma das bebidas preferidas pelos alemães. O mais curioso, também, é o facto de ter chegado ao meu conhecimento que o particular amigo, Dâmaso Teixeira, é um fã do Oktoberfest que, em Outubro, também se festeja na Alemanha. E tinha mesmo que ser assim. É da pátria-mãe, óbvio dos alemães, que as raízes foram saindo para os concidadãos que entraram nos países de emigração que os acolheram, maior incidência no Brasil. Também é interessante, em cada mês de Junho, assistirmos à festa dos alemães que se realiza em Petrópolis. Lá estivemos na edição do ano anterior. Esta festa, porém, está mais direccionada para a música popular.
três vezes. Tudo a rigor, inclusive as construções das casas e, logicamente, a gastronomia e a boa cerveja, uma das bebidas preferidas pelos alemães. O mais curioso, também, é o facto de ter chegado ao meu conhecimento que o particular amigo, Dâmaso Teixeira, é um fã do Oktoberfest que, em Outubro, também se festeja na Alemanha. E tinha mesmo que ser assim. É da pátria-mãe, óbvio dos alemães, que as raízes foram saindo para os concidadãos que entraram nos países de emigração que os acolheram, maior incidência no Brasil. Também é interessante, em cada mês de Junho, assistirmos à festa dos alemães que se realiza em Petrópolis. Lá estivemos na edição do ano anterior. Esta festa, porém, está mais direccionada para a música popular.
O que mais me impressionou, e consequentemente me deixou plenamente satisfeito,
foi o facto de, recentemente, a Okobertfest ter chegado à ilha Terceira. A
iniciativa partiu da empresa municipal Culturangra E.E.M. e enquadra-se nos
eventos que preenchem o Angra em Festa, o cartaz cultural para o verão na
cidade. Espero, pois, que esta iniciativa tenha correspondido aos anseios dos
terceirenses e, sobretudo, dos promotores do evento.
Continuamos a falar do Brasil, agora o mais importante, sabendo-se que, na
nossa terra, decorreu o VI Seminário Internacional sobre a emigração portuguesa
para o Brasil, onde também está implantada a comunidade açoriana, mormente no
Estado de Santa Catarina, que visitamos no pretérito ano de 2004 (Outubro) e,
daí, constatarmos in-loco a importância dos nossos conterrâneos para o
desenvolvimento deste país. Ainda há dias, escrevi sobre os portugueses
(incluindo os açorianos, como não podia deixar de ser) virados para a indústria
da panificação. Esta matéria, inclusive, foi publicada em vários sites,
incluindo o do cantor Roberto Carlos. Neste, houve alguém que, no seu
comentário (e muito bem), acrescentou que os portugueses também fazem parte do
desenvolvimento comercial, através de mercearias e açougues. Muito bem
observado por esta minha leitora do splish splash.
Será para manter este contacto anual com os nossos emigrantes radicados no
Brasil? Segundo se apurou, está-se a viver uma situação totalmente diferente. A
emigração açoriana diminuiu a olhos vistos, sobretudo a partir da década de 70,
isto por via dos Açores terem atingido a sua autonomia. Assim sendo, as
condições de vida registaram claras alterações e, como tal, o êxodo emigratório
diminuiu de forma considerável. Portanto, numa análise ainda que sumária, hoje,
na realidade, os Açores, tornaram-se (um tanto curiosamente) numa região de
acolhimento, nomeadamente de uma comunidade brasileira que já se vai espalhando
pelas diferentes ilhas. Dentro da relatividade das coisas, o número de
brasileiros na região açoriana já é assinalável.
Por outro lado, e por força (se esta é a melhor expressão...) das conversas que
aqui tenho mantido com amigos brasileiros, eles desconhecem (desconheciam) que
os Açores já conquistaram a sua autonomia, mas, claro está, não deixaram de ser
portugueses. É importante que se revele esse importante pormenor. Por vezes,
até explico a diferença horária de Portugal Continental para os Açores e,
inclusive, o tempo de viagem para as principais cidades do arquipélago, não
esquecendo, neste pormenor, o tempo dos trajectos inter-ilhas, nos voos da
SATA. Só não posso informar, com toda a propriedade, se a nossa empresa de
aviação deixou de ser alcunhada por... “Sempre Atrasada Tem Andado”. Tudo
depende das condições climatéricas, esta a melhor resposta.

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