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domingo, 9 de setembro de 2018

Retrospeto das minhas crónicas de ficção

Crónica de ficção - Ostento o treze, será que ele gosta de mim?






Por: Carlos Alberto Alves
jornalistaalves@bol.com.br
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Tenho fama de ser um dos melhores (repito um dos) divulgadores de notícias sobre os amigos e admiradores. Uma fama que tem a sua razão de ser porque, na realidade, faço por isso, do fundo do coração, com uma escrita consentânea.

Acompanho como fã e agora de novo como redator do Portal Luso – Brasileiro Splish Splash as atividades do nosso “king” Roberto Carlos. No mesmo, e nos outros em que colaboro (não esquecendo a minha página EU E ROBERTO CARLOS), assino o ponto diariamente como se tratasse de um funcionário que chega ao emprego e coloca a ficha no relógio de ponto. Só que eu, nesse aspecto, não tenho hora certa para entrar e muito menos para sair. Uma coisa é vera, no referido ritual, todos os dias estou ao lado do meu querido “king”. Já estive mais perto (Rio de Janeiro), mas agora estou mais longe (nordeste brasileiro), fato que, porém, não distancia o apreço e carinho que tenho pelo Roberto Carlos.

As notícias são muitas e diversificadas, com muitos (e sempre bem-vindos) comentários de amigos, fãs e admiradores. Como sou certinho a passar os olhos pelas notícias, esta do Roberto não se identificar com o TREZE foi a que, por ora, me prendeu para alinhavar mais este escrito dedicado ao “king”. Nos edifícios que compra não existe DÉCIMO-TERCEIRO andar. Óbvio que passa do doze para o catorze. E será que, por essa “aberração” (será mesmo?) ao TREZE é que foi interrompido o ciclo do Projeto Emoções em Alto Mar que, como se sabe, entraria na sua décima-terceira edição? E será que o rei rejeitaria TREZE MILHÕES de dólares para continuar pelo mar com esse projeto?

De TREZE e mais TREZE, eu nasci a TREZE de outubro de 1943, na fase da Segunda Guerra Mundial. Como tal, às vezes sou dado a explosões, jornalisticamente falando e não só. E será que, com este meu TREZE de identidade (ninguém escolhe o dia para nascer), um dia posso entrar no camarim do “king”? Ao confirmar-se a entrada, aí seria mesmo uma explosão de enorme sentimento e alegria. E é caso para eu dizer VIVA O MEU TREZE!
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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