OLHAR DO POETA
O mar
As gaivotas
O hoje
O amanhã
O infinito...
A métrica
Noites que se arrastam
Nos oblíquos da teimosia
Do dia
E no labor da borboleta
A passar
Num átimo de silêncio
Em direção à luz...
As fronteiras do horizonte
Cosmopolita
No despertar do comboio
A reluzir em versos
No acordar do poeta
Ritmado
No instante sem pressa
Do fruto
Nascendo da flor
Rubra e adocicada.

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