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485º Aniversário da Cidade de Angra do Heroísmo

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Do poeta-escritor Alexandre Oliveira



NA CÂMARA MUNICIPAL

Nesta que neste comento tinha uma profissional que se deixou iludir, e quando o circo pegou fogo foi uma das primeiras a cair nas garras da águia. Mas eu lhe digo com todas as letras. 

Quando alguém reconhece que sou apenas contador de causos, sinto-me lisonjeado e muito bem. Porque na realidade é o que sou. Não bato no peito antes do corpo presente na igreja. Nem arroto o que dantes comi para que eu chegue a pensar em oferecer para minha família um jabá. Eu não irei iludir minhas crianças. Faço o maior rodeio para que não pensem nada mal de mim. 

Porque para isto tem gente. Tem gente mal-intencionada, eu vi tudo isto de bem perto. Chega e se acha com a bola cheia tudo porquê teve além do mais muita sorte. Imagine, então aquele que engana com promessas quando candidato em véspera de eleição. Ele dá tudo que tem e ainda sai endividado pensando ser eleito para pagar o que de fato prometera. Já tem aqueles que pensam que engana o eleitor. E diz: olha, só que bicho bobo. Ele pensa que votando em mim tá bem em cena.

É o que logo este tipo de candidato diz quando chega na Câmara Municipal, depois de um reboliço. Mexeu tanto que conseguiu. Estava do lado do prefeito. E assim acontece nas melhores famílias.

Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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