JORGE MONJARDINO
Jorge Monjardino na qualidade de atleta e eu de jornalista em serviço do Diário Insular, estivemos juntos, no ano de 2000, na célebre Maratona de New York. Jorge Monjardino que, inclusivamente, se cotou como o melhor atleta português, entre os quarenta mil e poucos que concorreram a esta importante prova pedestre à escala mundial.
Foi sempre um amigo de contar, nomeadamente nas saídas em que tivemos como "cicerone", outro amigo do peito, Luís Henrique Pimpão Cordeiro (na foto em cima).
Levamos conosco as bandeiras da Região Açores e da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, entidade que patrocinou a ida e então presidida por Sérgio Ávila que teve uma abertura significativa para o efeito. O seu a seu dono. Fizemos por cumprir em termos de publicidade, com as bandeiras sempre ao nosso lado. Na Maratona e, também, no almoço que nos foi oferecido pela nossa querida amiga Maria João Ávila (tinha que ser no Lar dos Leões em Newark).
Reconheço que Jorge Monjardino é um cidadão de fino trato, tranquilo q.b., mas que, desta feita, felizmente, não se perdeu em NY, ao invés do que sucedeu na sua primeira participação em que também teve como companheiro, creio eu, o Carlos Borba, hoje na Alemanha com o estatuto de treinador de atletas de alta competição. A história foi contada pela Maria João Ávila que, como se sabe, hoje representa a comunidade portuguesa na Assembleia da República na qualidade de deputada.
Meu caro Jorge Monjardino: o tempo passou célere, mas há sempre histórias para serem contadas. Valeu pela amizade e, sobretudo, pela compreensão e respeito que ambos revelamos.

Sem comentários:
Enviar um comentário