COCHILOS DE POETA
Na penumbra da sesta
Cochilo versos
Sinto a alegria de escrever
A fantasia e o mistério
Não sei por quê
Aqui dentro de mim
Parece que eles se fazem
Alguns escrevo dormindo
Outros sonhando.
Cada palavra é um presente de D’us
Depois eu sonho
Para lê-los e pensar.
Uns coloridos
Outros sonhados e escritos
Com caneta de tinta preta.
No susto
O lápis cai no chão
Despertando-me
Para anotar o que não posso esquecer
E sair pela vida.
A sesta termina e o dia continua a acontecer
Para a alegria do poeta
E daqueles que irão sonhar com os seus versos
Até que a tarde e noite ressurjam
Simplesmente.

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