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485º Aniversário da Cidade de Angra do Heroísmo

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Do poeta-escritor Alexandre Oliveira


Borboletas 

Quando a gente se apaixona logo vê que o coração pula, dá saltos dentro do peito e acelera nossa alma, e ele, quer ser dócil de tal maneira que pode nos agradar. E nisto acontece o fenômeno. Entramos numa metamorfose. 

Borboletas coloridas e de todas as especies  voam, mas logo voltam. Quando tudo que vemos por dentro é bem diferente. 

Você que lê nem imagina que ainda ontem eu chorei de saudade. Saudades que eu lá atras deixei espalhados por onde eu passei. A vida é assim, ela nos leva por onde for preciso, e na estrada procura dar o melhor para que possamos sobreviver a tantas agruras, e aparamos as partes que excede. 

E , creio que faça parte por querermos viver. Lançamos-nos querendo apresentar algo que seja observado, e assistido por aquele que nosso nome clama pedindo bis. 

Onde sem dúvidas somos os grandes responsáveis por tudo que nos acontece. E isto sorte nossa que vivemos na mesma época que um ajuda o outro como quê fosse aquele que primeiro veio nos mostrar o mesmo caminho.

É muito difícil meu amigo quando a gente no auge quer um pouco do mel, e este vemos escorrer pelas bordas. Se, tudo que vemos nos parece sonhos.
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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