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485º Aniversário da Cidade de Angra do Heroísmo

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Do poeta-escritor Alexandre Oliveira


Tardes de Domingo 

E foi assim que aconteceu. Algo inédito, e inexplicável, e inesperado numa tarde de Domingo. E foi amor à primeira vista. Ora veja. Malu entrou em cena, e na minha vida. Eu estava tristonho, e pensando, sobre o que escrever quando ela e a minha trupe chega. Confesso que eu não tinha tanto apego a animais, nem tampouco a cachorro, mesmo que estes sejam tidos como os melhores amigos do homem. Eu tenho um bem maior, que se chama Bongo, é vira latas, e sabes bem como é que é um animal destes, tanto que sinto toda sua expressão quando ele quer algo de mim. Mas isso, nunca aconteceu. Nada igual ao que sinto por ela. Por Malu, eu conto estórias como se ela fosse estrela, e todos os seus passos já estavam descrito. 

E, eu aprendi amar, a respeitar, a querer e entender o próximo como se tudo que faço por ela, gostaria que fizessem comigo. Malu, não é Mader, mas é bem mais linda, me ajuda a escrever meus causos. É a minha musa inspiradora e protagonista dos meus enredos de novelas. E pasmem. Malu, é uma pequena cachorrinha da raça de cães (Shih Tzu) de companhia, e pouca atividade, originária do Tibete. E vive numa faixa de 15 anos. Para mim é muito mais que isto que dizem dela. Malu é tudo de bom. É tudo que eu mais quero. 

Nunca amei, ou amo um ser igual a minha princesa. Ela salta, corre pela casa toda sorridente, e mostra o quanto é esperta me dando alegria. Não sei ficar sem Malu. Tanto que já com meu coração insipido chego ao limite das minhas emoções.
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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