Caminhei por ali comigo,
Contigo e sem ti,
Lembrei aqueles pores do sol,
O vento e a areia bateram - me na cara,
As gaivotas falaram - me ao ouvido,
Acariciaram a minha nostalgia,
Disseram que não chorasse,
Ali estava o farol, solitário e misterioso,
O temporal tinha afagado o caminho que trilhamos, havia desenhos de areia na areia,
O mar bravo gritou, perguntou e quis saber.
Os naufrágios são de quem se atreve a navegar,
Aquele timoneiro foi com as ondas de um temporal sem vento,
A vida continua depois dos naufrágios, enquanto recordamos quem afundou o barco veleiro, que velejava carregado de sonhos, e, que aquele tsunami vindo de um oceano dormente afundou

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