A enorme emoção da Jaqueline com a reabertura do Aliança
Ela passou uma noite em claro. Não conseguia dormir. Olhou para o relógio muitas vezes. Tínhamos combinado para as 8 no Café Aliança nessa reabertura. Jaqueline estava mesmo eufórica. Trouxe uma imagem de Nossa Senhora de Fátima (hoje é dia da Virgem) para colocar na mesa e um ramo de flores. Uma flor para os empregados em serviço nesta manhã do dia 13 de maio e, óbvio, três flores para os irmãos Pacheco.
Em cada canto do olho uma lágrima (eu também fui acometido por essa emoção) e lá tomamos o nossa bica (para os brasileiros café). O Café Aliança estava em festa com esta reabertura. Muito tempo fechado por força da pandemia, mas agora voltou à normalidade, para gáudio de todos que trabalham na empresa e, muito naturalmente, dos numerosos clientes que já sentiam falta do Café Aliança, não só pela sua localização, mas, sobretudo, pela qualidade do seu serviço.
Aos poucos, Jaqueline foi comentando o que tem vivido nessa pandemia, mas confessando que sentiu grandemente a falta do Café Aliança. Desta feita, ela não falou do "seu" Benfica, mas sim deu uma pincelada no que concerne ao que aconteceu ao Praiense.
Jaqueline distribuiu as flores, deu um forte abraço em todos e agora vamos mantendo estes nossos encontros, mas com muito cuidado ainda.

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