Quando estive em Coimbra
Quando estive em Coimbra em 2001 (até 2003), por lá encontrei outro regressado do Brasil, também chamado Carlos Alberto e que investiu num café situado bem pertinho do Jumbo. Toda a manhã falava com o Carlos sobre o Brasil. Muita coisa fiquei a saber deste país através dos conhecimentos transmitidos pelo Carlos. Se hoje voltasse a Coimbra com esta experiência do Brasil de quase 16 anos, diria ao Carlos que muita coisa mudou. Claro que naquela altura o Carlos falava-me no peso que o escudo tinha no Brasil. Pois o escudo... Só que agora temos o euro, mas é com ele que temos que viver em termos cambiais. Foi bom quando aqui chegamos. Depois se verificou uma queda que assustou todos aqueles que sobrevivem com as suas aposentadorias de Portugal. Mas lá vamos caminhando nesta crise infernal que tem provocado muitas dores de cabeça. Não é só no Brasil nem em Portugal, ela se espalhou por quase todo o Universo, daí se asseverar que se trata de mais uma crise mundial, não através de uma guerra declarada, mas sim, e em parte, dos movimentos terroristas que tiveram o seu dealbar no dia 11 de setembro de 2001 quando um tal Osama Bin Laden feriu o orgulho dos norte-americanos, arrasando as torres gémeas de New York (Orld Trade Center), que bem conhecemos na primeira viagem que fizemos aos Estados Unidos em serviço de reportagem e remontando ao ano de 1977.
NOTA FINAL – Com esta pandemia, realmente o câmbio subiu muito, mesmo muito. Mas era preferível que não acontecesse, pois adveio da pandemia.

Sem comentários:
Enviar um comentário