Filho do meu querido amigo, o sargento Álvaro Aguiar, com quem sempre mantive uma boa relação, mesmo quando estive no exército, concretamente no então denominado BII17. De resto, outra ligação com familiares seus no Corpo Santo e não só. No Corpo Santo, os primos “bananas” como eram conhecidos
O Álvaro Aguiar dedicou-se à rádio na informação desportiva, creio que andou pela Ratel Publicidade e se a memória não me atraiçoa (se for atraiçoada, paciência) pelo Rádio Clube de Angra. É preciso ter em linha de conta que tudo o que escrevo é de memória.
Para a Califórnia o Álvaro levou o bichinho da rádio e marcou, entre outras, relevante presença na rádio KLBS em Los Banos. Mas a sua atividade jornalística não foi apenas dedicada ao desporto, evidenciou-se também em outras temáticas, como, por exemplo, falar de tauromaquia.
Tal como sucedeu em relação ao pai, com o Álvaro sempre nos respeitamos. Claro que eu comecei no jornalismo um pouco mais cedo, mas sempre admirei a persistência do Álvaro Aguiar, sobretudo no período de iniciação.
Meu caro Álvaro Aguiar, foi um grato prazer, nesta minha sequência de “trabalhos californianos”, trazer à estampa o seu percurso. Digamos umas pinceladas, porque muito mais haveria para dizer.
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