JOSÉ HENRIQUE
PIMPÃO (Amigo, leitor, residente em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores)
A TERCEIRA TEM TALENTOS CARLOS ALBERTO ALVES É UM DELES!

Ao iniciar estas linhas, quero desde já deixar aqui os meus mais sinceros parabéns ao caro e velho amigo Carlos Alberto Alves da Silva pela passagem de duas importantes efemérides da sua vida. A primeira pela passagem das suas 70 primaveras, ocorridas neste dia 13 de outubro, com votos de muitos mais
anos de vida, repletos de saúde e felicidade. A segunda, pelo facto de se aproximar a jubilosa data que assinala os 50 anos de jornalismo intenso e de qualidade.
Foi efectivamente em 10 de março de 1964 que Carlos Alberto Alves começou a engatinhar no jornalismo e precisamente num pequeno jornal desportivo, sob a direcção do Dr. Artur Cunha de Oliveira, cujo título era o "Ecos do Marítimo", propriedade do prestigioso e popular "Marítimo do Corpo Santo".
Mais tarde, em 1969, Carlos Alberto, foi convidado a dar a sua colaboração, já com visível notoriedade na arte de bem escrever, ao jornal desportivo " O Lusitânia" e logo com as "Leis do Futebol" descritas numa demonstração clara de saber e mestria das leis que regem o desporto-rei.
A partir daqui e pelas provas dadas, o Carlos Alberto foi recebendo os mais variados convites para colaborar não só na imprensa e rádios locais, como para os mais cotados jornais desportivos nacionais- casos de correspondente de "A Bola", "Record" etc.
E foi assim que do seu metódico empenho, muita "garra" e paixão se tornou um jornalista de corpo inteiro, na arte de bem escrever e também sobre os mais variados temas do quotidiano.
Da sua brilhante pena, deixa assim para a história factos importantes do nosso desporto e não só, gravados na melhor imprensa e rádio locais e nacionais.
Além de jornalista (repórter, cronista e investigador), Carlos Alberto exerceu variados cargos na causa desportiva, desde dirigente a chefe de departamento de futebol, passando por treinador/técnico e árbitro da mesma modalidade etc.
Creio assim, não cometer erro se afirmar que o Carlos Alberto Alves tem um currículo ímpar e invejável dos cooperadores ao serviço do desporto açoriano, durante estes longos 50 anos!
Será mais um Homem do povo a não ser reconhecido pelas autoridades, nesta hora de júbilo?

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