Por: Carlos Alberto Alves
Sempre tive uma enorme admiração pela família Kennedy e, ainda muito jovem, fiquei altamente consternado com a morte do então presidente John Kennedy, assassinado em Dallas. Uma morte que foi sentida em todo o mundo. John Kennedy granjeou enorme simpatia pelo seu equilíbrio, como político e cidadão
do bem-comum.
Tive a felicidade, por duas vezes consecutivas, de admirar a casa onde a família Kennedy passava férias, na cidade de Newport, bem perto de Boston. Aliás, essa dita casa (aqui no Brasil poder-se-á referenciar por mansão) é um dos pontos de referência de Newport onde habitam muitos portugueses emigrados. Em muitas casas comerciais, de portugueses, lá está colocada uma foto de John Kennedy, que se mostrou sempre afável com a população emigrante.
Do Senador Edward, há que dizer que trilhou a mesma essência da família, isto é, sempre colaborante no sentido de ajudar o próximo. Foi daqueles que sempre cumpriu com as suas promessas de político.
Um amigo meu, quiçá o mais importante informador que tenho nos Estados Unidos, e ainda em relação ao Senador Kennedy, enviou-me por email o seguinte pensamento:
“Despedimo-nos (eu e muitos americanos) de Edward Kennedy agradecendo a sua força e a sua visão. Mais do que um liberal, foi um baluarte na proteção de qualquer americano que não tivesse tido as oportunidades que ele e a sua família tiveram. Foi um amigo dos portugueses e da comunidade luso-americana no estado de Massachusetts e dos que estão espalhados pelos Estados Unidos. Dizemos-lhe adeus, sabendo de antemão que a sua visão jamais morrerá.”
Este um dos mais significativos testemunhos de um português desde há muito radicado nos Estados Unidos.
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