NO VALE ESTÁ UMA TARDE DE NEVOEIRO
Ao
serviço da RDP, aos domingos, quando sistematicamente lhe ouvia dizer “no vale
está uma tarde de nevoeiro”, ficava intrigado: é sempre assim aos domingos, com
nevoeiro?. Será que ele “pinta nevoeiro”? Na verdade, até gostávamos (e hoje
bate a saudade deste amigo que felizmente ainda está no rol dos vivos) da forma
em como Guilherme Lima relatava um jogo de futebol lá pela ilha do Faial.
Depois, foi sempre um amigo de contar quando dele
necessitávamos alguma informação. Sabíamos a hora certa para uma ligação para a escola de condução onde ele trabalhava como instrutor.
Do vale, mais concretamente do Vale dos Flamengos, ficamos a conhecer essa história do nevoeiro quando passamos pelo Sporting da Horta como treinador, mas, antes, já havíamos ficado com uma ideia por via de um jogo a contar para um Torneio de Classificação dos Açores à Taça de Portugal entre o Flamengos e o Operário, este último orientado pelo conhecido e saudoso amigo João Gualberto. Porém, sentir bem o nevoeiro do vale foi exatamente em 2004, antes de virmos para o Brasil, quando estivemos, profissionalmente falando, ao serviço do Futebol Clube dos Flamengos na qualidade de diretor-técnico e, depois, para além das escolinhas, assumindo o cargo de treinador em substituição de Luís Paulo Pacheco.
Do vale, também em 1984 por lá passamos na companhia do nosso companheiro Alfredo Farinha que, a convite do governo açoriano, veio ao Faial para dar sequência a um trabalho iniciado por Vítor Santos (São Miguel) no que concerne a formação para jornalistas desportivos do arquipélago. E foi numa dessas noites, num jantar no snack-bar Europa, que a malta se reuniu (sem Alfredo Farinha) para recordar os seus momentos hilariantes, nomeadamente aqueles que colaboravam nas rádios. E foi Guilherme Lima que iniciou o momento de divertimento com umas pinceladas, de todo originais, não faltando a célebre “aqui no vale está uma tarde de nevoeiro”. Guilherme Lima, para além de ser um companheiro cristalino, passava para os outros o sorriso que muitas vezes faltava. Um sorriso, quiçá, com alguma originalidade advinda da célebre frase “aqui no vale está uma tarde de nevoeiro”.
necessitávamos alguma informação. Sabíamos a hora certa para uma ligação para a escola de condução onde ele trabalhava como instrutor.
Do vale, mais concretamente do Vale dos Flamengos, ficamos a conhecer essa história do nevoeiro quando passamos pelo Sporting da Horta como treinador, mas, antes, já havíamos ficado com uma ideia por via de um jogo a contar para um Torneio de Classificação dos Açores à Taça de Portugal entre o Flamengos e o Operário, este último orientado pelo conhecido e saudoso amigo João Gualberto. Porém, sentir bem o nevoeiro do vale foi exatamente em 2004, antes de virmos para o Brasil, quando estivemos, profissionalmente falando, ao serviço do Futebol Clube dos Flamengos na qualidade de diretor-técnico e, depois, para além das escolinhas, assumindo o cargo de treinador em substituição de Luís Paulo Pacheco.
Do vale, também em 1984 por lá passamos na companhia do nosso companheiro Alfredo Farinha que, a convite do governo açoriano, veio ao Faial para dar sequência a um trabalho iniciado por Vítor Santos (São Miguel) no que concerne a formação para jornalistas desportivos do arquipélago. E foi numa dessas noites, num jantar no snack-bar Europa, que a malta se reuniu (sem Alfredo Farinha) para recordar os seus momentos hilariantes, nomeadamente aqueles que colaboravam nas rádios. E foi Guilherme Lima que iniciou o momento de divertimento com umas pinceladas, de todo originais, não faltando a célebre “aqui no vale está uma tarde de nevoeiro”. Guilherme Lima, para além de ser um companheiro cristalino, passava para os outros o sorriso que muitas vezes faltava. Um sorriso, quiçá, com alguma originalidade advinda da célebre frase “aqui no vale está uma tarde de nevoeiro”.

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