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485º Aniversário da Cidade de Angra do Heroísmo

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Do poeta-escritor Alexandre Oliveira



 Gastão e Pato

Sei que preciso ficar calado em certos momentos. Mas vejo que não consigo devida esta justiça que nos representa nos parecer muito falha, isto indo aos extremos, entretanto, sem tantas delongas quando vemos que existe interesses dentre partes, e o que nos interessa é saber no que resulta um caso assim quando acontece o inesperado, onde alguém sai ferido, ou morto , digamos de
passagem se nisto existe dois pesos e duas medidas, e vemos de tudo um pouco transparecer dentre Primo Rico, e Primo Pobre, dentre Gastão e Pato, onde Gastão sempre vemos na vantagem devido ter o que todos gostam. 
Dias atrás, Gastão um jovem da alta sociedade paraibana ao se deparar com uma blitz policial, não acatou as ordens dos mesmos e fez aquela investida cinematográfica por estar este num Porche, carro de mais ou menos meio milhão de reais, isto neste momento. Este rapaz que no mínimo deverias estar sob efeito de alguma bebida. Investiu contra policiais que estavam próximo do carro, e simplesmente não se entende o porquê ele jogou o carro contra os policiais matando, e passando por cima de um deles, mas foi bem esperto e livrou o fragrante, quando se dirigiu ao desembargador que estava na sua casa bem longe, e mal informado, remetera um documento livrando o cara de toda culpa que pela forma, parece ser viável, sobretudo, o que você possa imaginar. 
Porém, um dia mais adiante aconteceu tal qual o anterior outro incidente envolvendo certo ancião que deixara seu carro aos cuidados do Pato, e, este sem saber como funcionava aquele carro por ser automático, por curiosidade pisou fundo no acelerador, imaginando estar num Chevette, e quando menos se esperava tocou barata voa, foi um Deus nos acuda mediante tanta gritaria, todos sem exceção ficaram apavorados. Pato não sabia como parar o veiculo. Este rapaz devia ter tomado pelo menos uma lapada de cachaça, vala-me Deus!...
Mas isto não vem ao caso, o carro parou graças a Deus. E Pato foi logo levando porrada da policia, e consequentemente por ser pobre, sem eira nem beira, sem onde cair morto onde em contrapartida Gastão, filho de poderosos aqui no nosso estado da Paraíba. Passa bem. 

E concluindo Primo Rico, livrou o fragrante, deixando o Primo Pobre sendo preso, sem direito a habeas corpus O bacana é que acontece frequentemente estes causos por aqui, e o pior só sobra para aquele menos abastado que nada tem onde quem manda no pedaço decerto é aquele que estudou suas causas. Então Primo, porque tudo aqui fica difícil de entender?...  
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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