Um dia antes do Pão por Deus, ou seja, na noite de 31 de
Outubro, temos o HALLOWEEM, desejado por muitos jovens – e não só estes -.
Recordo que, em 2000, passei a “NOITE DAS BRUXAS” em New York, visto que nesse
dia cheguei aos Estados Unidos para fazer a cobertura da célebre Maratona de
NY, acompanhando a delegação portuguesa que foi participar em tão importante
competição pedestre. Logo que cheguei ao Aeroporto Kennedy, meu pensamento
virou-se para o HALLOWEEM. Quando deixei o posto de controle e me dirigi à
porta de saída, estava lá o meu amigo Luís Pimpão para me acompanhar até ao
hotel. Contudo, ficou surpreendido (ou talvez não, ele que bem me conhece)
quando lhe disse que as malas ficariam no carro e que íamos para o centro de NY
para eu presenciar o HALLOWEEM. Assim foi. Adorei o desfile, sobretudo um
quadro em que o Presidente Bill Clynton aparece nu e a secretária, também nua,
de joelhos. Parafraseando os brasileiros, “foi o maior barato”. É que foi
mesmo...
Os dias aproximam-se para a noite do HALLOWEEM. Vinte e quatro
dias passam num ápice. E que vou eu, desta feita, fazer em termos de Halloweem?
Não cogito uma daquelas noites agitadas, para mais que a idade não permite
enormes balanços. Será que alguém está pensando que estou velho? Enganam-se.
Ainda dou cinco seguidas. Mas o que estão a pensar? Que sou um convencido e
exagerado? Enganam-se. Ainda dou, sem me esforçar muito, cinco voltas seguidas
na cama. Três para a direita e duas para a esquerda.


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