com o barulho da explosão.
Um clarão luminescente,
tirou - me daquela doce ilusão!
Sinto - me ofegante e assustada.
A noite na praia, tornou - se escura
e o silêncio remanescente,
foi cortado pelo som a ecoar.
Raios cortam o céu noturno,
lembrando dores profundas.
Esta cruel agrura,
torna o amor soturno,
e dolorido o despertar!
São feridas oriundas,
de vida com pouca esperança.
Ah! Saudades de ser criança,
e só ter medo do trovão!
Hoje o seu forte troar,
atingiu em cheio meu coraçãp
que, de tão pisoteado e amargurado,
está quase sempre a sangrar!

Sem comentários:
Enviar um comentário