
Por: Carlos Alberto Alves
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Quando o ano passado estive no show de aniversário do rei Roberto Carlos em São Paulo no Allianza Parque, estádio do Palmeiras (o segundo clube da simpatia de Roberto Carlos, o primeiro, como se sabe, é o Vasco da Gama), encontrei várias pessoas conhecidas. Uma delas a Maria Vitória Santos Avino que, ao se dirigir a mim, perguntou se eu não era o amigo do Armindo. Óbvio que confirmei e lá falamos um pouquinho. Na
verdade, ela é uma presença assídua em shows do rei. Muita gente por ali e, a dado momento, estava eu em frente ao palco à espera do início do show com outros colegas da mídia e deparo com uma figura autenticamente parecida com o Armindo Guimarães. Ainda pensei: não vou me aproximar. Acabei por ficar no meu lugar, mas com “minhocas” na cabeça em relação ao personagem. Será que ele veio mesmo ao aniversário do rei? Não era coisa que não pudesse ser se efetivamente fosse convidado. É que, para festas e casamentos, só vai quem é convidado. E quantas vezes olhei para aquele que, na verdade, era um sósia do Armindo? Mas decidi-me com uma estratégia, esta: cheguei perto do senhor (autenticamente o gajo do carago) e perguntei se ele fazia ilusionismo. O homem respondeu nada disso. Pedi desculpa e fui adiantando que ele era a cópia de um amigo meu de Portugal, grande fã do rei, que é ilusionista. O sujeito, afinal, também tinha um trunfo na manga e lançou-o: conheço-o do facebook e um dia até pensei que tinha um irmão gémeo. E lá nos despedimos com um abraço e consequentemente o desejo de um bom show.

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