Shell Open Air com Mariana Ayda - entrevista
A cantora Mariana Aydar promete não deixar ninguém parado na noite dessa sexta-feira, 5 de outubro, quando sobe no palco do Shell Open Air, montado no Jockey Club de São Paulo, onde vai dividir a cena com dois cantores amigos: Roberta Sá e Otto, logo após a exibição do filme "La La Land". Batemos um papo com ela para saber um pouco mais sobre o que esperar desse encontro inédito. Confira:
1) Já foi alguma vez ao Open Air? Caso, sim: como foi a experiência? Lembra o filme que assistiu? Tem alguma história curiosa?
O primeiro show grande e profissional da minha vida foi no Open Air, mas era Vivo.
Clima de arte e liberdade no vento e nas telas e depois trazer tudo isso para o palco foi mágico. Estou muito feliz de ter outra experiencia dessa.
2) Qual a sua expectativa de participar dessa noite com as participações de Roberta Sá e Otto? O que espera do público? É um prazer maior poder dividir o palco? Já assistiu "La La Land"? Fale um pouco sobre o filme.
O palco é um lugar muito sagrado para mim. Então, a troca também virá muito especial. Adoro dividir com outros artistas, sempre aprendo muito. Roberta e Otto são dois amigos muito queridos que eu admiro artisticamente e pessoalmente. Já cantamos juntos algumas vezes e é sempre uma delícia! Não será diferente no Shell Open Air. Não assisti "La La Land" ainda...
3) Como será o repertório do show? Tem alguma música especial que não poderia faltar em uma noite como essas?
Meu som está se voltando às raízes muito nordestinas que sempre me acompanharam pela vida. Eu comecei a carreira profissionalmente no forró e sempre gravei forrós e xotes nos meus discos, mas agora estou mais mergulhada ainda. A sabedoria da simplicidade desse povo e dessa música me ensinam demais. Então, o show terá esse tempero e ainda estarei com dois nordestinos no palco, vamos botar todo mundo pra dançar muito! Vamos cantar músicas autorais de todos nós, mas também passaremos por alguns nordestinos arretados, como Alceu Valença, Lenine e Baiana System.
4) Terá alguma surpresa nesse show?
Surpresa é surpresa, poxa!
5) Você tem alguma superstição, antes de entrar em cena?
Eu rezo, peço para ser guiada pela Deusa Música e tocar as pessoas de algum jeito que elas saiam melhores do que entraram.
6) Pretende assistir algum filme da programação do Shell Open Air esse ano?
Calhou de eu ter viagens todos os fins de semana do Shell.
7) Qual é o filme da sua vida? Por quê?
O documentário que eu idealizei e dirigi, junto com Joaquim Castro e Eduardo Nazarian, sobre o mestre e amigo Dominguinhos. Foram 8 anos de busca, aprendizados e muito muito amor!
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