JORNALISMO EM DESTAQUE

485º Aniversário da Cidade de Angra do Heroísmo

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Do poeta-escritor ALEXANDRE OLIVEIRA


Eu Tô que Tô 

  Mesmo a frente de tantos arranca rabos, e sempre apaziguando a bem da paz o que possa, têm dias que a gente chega ao cume e não suporta a pressão e para afogar as mágoas, a gente procura o próximo boteco. E assim, fui atrás de um bom remédio para acabar todo este mal. Tentei várias vezes buscar resultados enquanto ela por mim esperava. 
       Tanto que meu coração virou zabumba, e mesmo sendo maltratado quis ser o seu amor. O que fazer então se já não encontrava solução?... Às vezes eu prefiro o que eu mais gosto. Mostrando o quanto ainda sou capaz. Se assim alguém procura tornar meus dias, dias de glória. Se, é que pude conhecer este lado de tantas revoltas, visto não ser fácil. E somente meio copo de cerveja e uma prosa muito da boa para afastar de mim essa carência. 
        Eu sei o que ela deve estar pensando, eu sei o que ela está querendo. É tanto que eu quero ficar à toa, à toa na vida, trocar este por outros beijos. E como se diz, a fila anda. Tem dias que a ficha demora a cair, e a gente já em desespero solta setas flamejantes. E o sol nasce primeiro, e deixa a gente a ver navios passar. E, esse nas ondas do mar naufraga.  Eu hoje, eu tô que tô , tô querendo mais , tô querendo uma que vale por dez, por mil. Tô querendo bem mais.  Mas, me diz parceiro para que ficar só olhando? ... 
Eu hoje, eu tô que tô !... Sou o mesmo amigo daqueles que, sobretudo, contam contigo. Se assim me consideras, este amigo de fé, irmão, e camarada. . 
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

Sem comentários:

Enviar um comentário