1. Levei comigo nesta viagem a Natal, Rio Grande do Norte, o meu fiel companheiro “Zé da Pipa”. Foi a primeira vez que ele me acompanhou, mas confesso que estava receoso que o dito cujo, mulherengo como é, se portasse indevidamente. Mas não. No sábado, no Bar Fã Clube Roberto Carlos Luz Divina, do nosso grande amigo Francisco Assis, vulgo “Chico Popular”, manteve aquela postura que o “chefe” sempre exige quando se representa o Portal Luso – Brasileiro Splish Splash. Aliás, essa é também uma recomendação do administrador que, muito embora seja um gajo do carago, em toda e qualquer circunstância se revela um “menino” bem comportado, mau grado o facto de ser “galanteador de borboletas”.
2. Nosso “Zé da Pipa” ficou encantado com o que viu no bar do “Chico Popular”. Todas as fotos do Roberto Carlos lá colocadas foram analisadas e comentadas por ele. E as pessoas que lá estavam ficaram surpreendidas com a cultura robertocarlística do “Zé da Pipa” que só não gostou de uma “coroa” que lá se encontrava a exibir-se cantando Roberto Carlos. Em surdina, o “Zé da Pipa” dizia-me que, com aquela voz, espantava tudo e todos. Uma loira espampanante, quiçá com os seus 70 anos de idade, mas, como referiu o “Zé da Pipa”, ainda a “levava ao castigo”, mas sem ela cantar Roberto Carlos, talvez preferisse o “bacalhau caralho” do Quim Barreiros.

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