Cheirou a mosto,
nas minhas mãos,
Cheirou lembranças no meu cansaço,
e o toque das coisas,
deixou salpicos,
de salga e mar,
"Rumando aromas",
De eternamente,
Gotícula líquida,
Na minha mão...
Alma de jovem,
Olhos de cor...
Rugas perdidas,
No teu "País da aventura",
E o teu "pedaço",
Que até tem asas,
Para o levar...
E ficou-me o cheiro,
Desse fruto embalado de mar,
O escorrer do sumo,
Quando trincado-saboreado-de saber-de-mel,
De tão "madurado",
Em caminhos de verde e dourado...
Obrigada pela visita e um abraço das cores do "teu quintal", num nó atento, por tanta fadiga alongada no tempo!
(Ao meu amigo e "afilhado "Luis Brum, por uma tarde de um mês de Outubro)
Maria Azevedo

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