A terceira Live do maestro Eduardo Lages
Começou com “minha mãezinha querida”
Mais uma LIVE (a terceira) do maestro Eduardo Lages. Ele gostou da ideia e não perde tempo entre uma e outra LIVE. Se ele gostou, nós todos aplaudimos a iniciativa. Eu, para o efeito, por preparar mais uma crônica, com todo o carinho pelo maestro Eduardo Lages. E muito também já escrevi sobre Eduardo Lages. E, gostosamente, constatei que alguns dos meus escritos estão na sua página, sinal que o maestro está ligado a uma velha máxima do meu portugalzinho: “amor com amor se paga”.
E esta terceira LIVE?
E começar com este arranjo “minha mãezinha querida” (Lady Estela). O maestro recordando a sua mãe. O tal sentimento que Eduardo Lages traz sempre à tona. E hoje, na proximidade do Dia Das Mães, não podia ser de outra maneira.
Lages recordou uma das músicas que foram marcantes das décadas de 59, 60, e até hoje. Nada mais do que “Ó Carol”. Quantas vezes eu cantei esta música? Foram muitas.
De um legado que ficou e que para alguns ainda continua, Eduardo Lages referenciou o “Movimento Universitário”. Para além do Lage, Daci, Gonzaguinha e tantos outros dessa época marcante. E o grupo, mais tarde, foi fazer um programa à GLOBO. Para Eduardo Lages, uma gente muito especial.
Músicas maravilhosas. Músicas do meu tempo. Maestro você com os seus 72-73 e eu já com 76 a caminho de 77. Como o tempo vai passando sem darmos por isso. Mas de nós, cada qual na sua área, um legado que, por certo, será seguido por gerações vindouras, nomeadamente no que concerne ao maestro.
É extraordinário o facto de, nestas LIVES, o maestro Eduardo Lages, para além das músicas que mais gosta fazer eco de pessoas que, durante todo este percurso, o marcaram, fundamentalmente com aquela sã amizade, hoje mais arredia de muitos espíritos.
E assim, paulatinamente, vamos conhecendo muitas histórias deste brilhante percurso do maestro Eduardo Lages.
Arrepiou-me quando Eduardo Lages tocou de Roberto Carlos a canção de Lady Laura, mãe do cantor. E arrepiou-me porque foi um dos primeiros artigos que escrevi sobre Roberto Carlos. Antes, porém, ainda em Portugal, escrevi a fase difícil que Roberto Carlos passou com a doença de Maria Rita.
Falou da sua terra natal, Niterói. Lá vivi 9 anos dos 16 que tenho do Brasil. Niterói uma das cidades do Brasil com melhor qualidade de vida.
Pois é, Eduardo José, ainda não chegou a altura de terminar com estas LIVES. A mãe dizia: “Eduardo José está na hora de vir para casa”, no seu tempo de moleco.
Aqui a malta só o castiga se não continuar (rsssss).
E não podia deixar de dedicar uma música à sua estimada esposa. Uma música do tempo da Jovem Guarda quando atuavam no Teatro Municipal, creio eu. E que música? Esta: Jovens Tardes de Domingo.
Maestro, Fascinação, que loucura naquele tempo. É sempre bom recordar esta magnífica interpretação. Dos nossos “velhos tempos”. Até fiz uma cantarolada. Ninguém fugiu porque eu estava aqui no meu escritório sozinho, como sempre gosto, para a esposa não me atrapalhar.
Maestro, venha a quarta, Mas, antes, até domingo na LIVE do Roberto Carlos.

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