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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A raiz da memória


Já não estava no ativo como árbitro, mas, felizmente, fui convidado para fazer parte de um trio num jogo de homenagem ao Valdemar Bretão,grande lusitanista, dirigente com muitos conhecimentos sobre futebol e suas transferência, para além de outros atributos. Uma festa em que se defrontaram
a velha guarda do Lusitânia e a equipa sénior. Uma iniciativa do Luís Teves e seus companheiros. Um gesto que calou fundo. Os outros dois árbitros, tal como o Valdemar Bretão, já não fazem parte do rol dos vivos, eles, Joaquim Laureano Simões (faleceu nos Estados Unidos) e Manuel Antóinio Sousa, também ele da minha infância, criado no Corpo Santa em casa do seu tio, um senhor pintor que era de São Miguel. Manuel António, sogro do Joaquim de Jesus "Quim", atual coordenador do futebol jovem do Angrense. O Quim estava com o Lusitânia na Covilhã quando o sogro morreu e acabou por regressar à Terceira sem defrontar o Castelo Branco para a Taça de Portugal. Nessa altura, Ricardo Rosa era o treinador do Lusitânia.     


Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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