DA "PRINCESA DO PALCO" AO PRÍNCIPE D. BERTRAND
Nasceu a 2 de Março de 1957 (ano do vulcão dos Capelinhos)
uma das mais famosas atrizes portuguesas que tive o privilégio de ver atuar em
Lisboa, creio que no Parque Mayer, para além de quase sempre a acompanhar em
programas televisivos. A Maria sempre fez parte do lote dos atores meus
preferidos. Como
eu sempre dizia por brincadeira uma “mulher pequena com alma bastante grande”.
Hoje, e um tanto curiosamente, vejo a inconfundível Maria Vieira ser protagonista da novela Aquele Beijo que passa na Globo às 19H30 (hora de Brasília. Atualmente, menos duas em relação aos Açores), fazendo-se acompanhar de mais outros três conterrâneos que, à semelhança da Maria Vieira, também conquistaram o público brasileiro. Mas há sempre um pouco mais de popularidade para a Maria Vieira pela sua forma de estar, sobretudo aquele frenesim que sempre a tem acompanhado nesta sua já longa e apreciada carreira.
No domingo, dia 11 de março, acompanhei a par e passo o programa ESQUENTA apresentado pela excelente Regina Cassé. Lá esteve, com os outros portugueses companheiros da novela AQUELE BEIJO, a irrequieta Maria Vieira. E para que a representação portuguesa ficasse completa não faltou o “meio brasileiro, meio português”, Roberto Leal. Uma hora de animado programa e em que os nossos portugueses não deixaram, de forma alguma, os seus créditos por vozes alheias. Um programa prenhe de divertimento e muita música à mistura. Óbvio que Roberto Leal cantou e dançou música popular do Minho, sempre acompanhado pelos vistosos saltinhos (a pequenina eleva-se bem) da Maria Vieira.
Maria Vieira já afirmou por bastas vezes que o seu sonho passa por morar no Brasil e inclusive já se sente carioca. Ai Maria, quantos brasileiros já terão comentado: “ai, ai, ai, se eu te pego”. Só que a Maria Vieira é comprometida, um casamento feliz com o escritor Fernando Rocha.
Os reflexos da Maria Vieira na novela Aquele Beijo:
“Brites, uma portuguesa da pá virada, protagoniza algumas das cenas mais engraçadas de Aquele Beijo. Além do texto de Miguel Falabella, o carisma da personagem é fruto do talento de Maria Vieira, atriz portuguesa que experimenta pela segunda vez o que é fazer sucesso no Brasil. “Me chamam na rua: ‘Olha a Brites’, ‘A portuguesa’, ‘Olha a brigona da novela!’. Isso é maravilhoso para mim”, comemora a atriz”.
Na verdade, bem ao seu peculiar estilo, Maria Vieira se apresenta na novela com uma autêntica brigona, com toda aquela genica que sempre lhe reconhecemos nas suas atuações em Portugal ao longo dos seus 30 anos de carreira.
Do sonho à realidade?
“Quando fala do carinho com que foi recebida e da vontade de abraçar o Brasil com seu lar, ela se emociona e fala à maneira portuguesa: “Se você me pergunta se eu gostaria de ficar aqui... Ah, sim, eu gostaria muito. Gostaria mesmo, até estou me emocionando... Queria fazer teatro aqui no Brasil. Vamos ver!”“. Ela diz que sente quase carioca: “E aprendi com vocês a ser mais positiva, a ter mais alegria”.
Realmente, e dentro daquilo que já escrevi em artigos anteriores, nomeadamente para o Portal Splish Splash, existem muitas semelhanças entre portugueses e brasileiros, contudo, manda a verdade dizer que o brasileiro é mais divertido do que o português.
Ó Maria, eu também sonhei um dia e aqui estou em solo carioca. Porém, ainda não te encontrei no calçadão passeando com o teu cachorrinho (o yorkshire Chulo) e o teu marido Fernando Rocha. Se um dia isso acontecer, um encontro ao acaso, não terei dificuldades em te reconhecer. És sempre a inconfundível Maria Vieira.
PRÍNCIPE DOM BERTRAND
HOMENAGEADO PELA CCBP
Já reafirmei que sinto orgulho em fazer parte da família da Confraria Cultural Brasil – Portugal, presidida pela Dª. Maria de Fátima Batista Quadros, que, com todo o seu dinamismo e persistência, tem desenvolvido um trabalho deveras meritório, não esquecendo aqui todos os seus colaboradores por via de um regular apoio.
A Confraria Cultural Brasil – Portugal, no dia 29 de fevereiro passado, ficou mais enriquecida em função da presença no seu seio do Príncipe D. Bertrand de Orléans e Bragança que, inclusivamente, recebeu o diploma de Sócio Honorário da CCBP.
Do bem elaborado discurso apresentado pela presidente da CCBP, ressaltam as seguintes palavras:
“É uma honra receber Vossa Alteza Imperial e Real, Príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança, sucessor dinástico de D. Pedro II, num momento festivo em que Divinópolis comemora seu centenário de emancipação.
Os sentimentos que hoje nos abarcam em torno desta graciosa comemoração, torna-se sublime com a presença de um membro da Família Imperial a Minas Gerais, à nossa querida Divinópolis!
É a primeira vez que a cidade recebe a visita de um componente da Casa Real Dinátisca e isto é um feito histórico que deve ser lembrado por júbilo por todos divinopolitanos e região centro oeste de Minas Gerais. Bravo! Com aplausos acolhemos o nosso Príncipe! É a história de encontro a nós”.
Na verdade, não é sempre que uma Alteza Imperial está disponível para uma homenagem desta natureza e, por isso mesmo, o próprio Príncipe Dom Bertrand ter-se-á apercebido que a Confraria Cultural Brasil – Portugal muito tem contribuído para o desenvolvimento sócio-cultural de Minas Gerais, nomeadamente a cidade-sede a laboriosa Divinópolis.
Em relação ao futuro, não temos a menor dúvida de que a Confraria Cultural Brasil – Portugal ocupará um patamar superior no que concerne ao acolhimento de outras grandes figuras da sociedade luso-brasileira.
eu sempre dizia por brincadeira uma “mulher pequena com alma bastante grande”.
Hoje, e um tanto curiosamente, vejo a inconfundível Maria Vieira ser protagonista da novela Aquele Beijo que passa na Globo às 19H30 (hora de Brasília. Atualmente, menos duas em relação aos Açores), fazendo-se acompanhar de mais outros três conterrâneos que, à semelhança da Maria Vieira, também conquistaram o público brasileiro. Mas há sempre um pouco mais de popularidade para a Maria Vieira pela sua forma de estar, sobretudo aquele frenesim que sempre a tem acompanhado nesta sua já longa e apreciada carreira.
No domingo, dia 11 de março, acompanhei a par e passo o programa ESQUENTA apresentado pela excelente Regina Cassé. Lá esteve, com os outros portugueses companheiros da novela AQUELE BEIJO, a irrequieta Maria Vieira. E para que a representação portuguesa ficasse completa não faltou o “meio brasileiro, meio português”, Roberto Leal. Uma hora de animado programa e em que os nossos portugueses não deixaram, de forma alguma, os seus créditos por vozes alheias. Um programa prenhe de divertimento e muita música à mistura. Óbvio que Roberto Leal cantou e dançou música popular do Minho, sempre acompanhado pelos vistosos saltinhos (a pequenina eleva-se bem) da Maria Vieira.
Maria Vieira já afirmou por bastas vezes que o seu sonho passa por morar no Brasil e inclusive já se sente carioca. Ai Maria, quantos brasileiros já terão comentado: “ai, ai, ai, se eu te pego”. Só que a Maria Vieira é comprometida, um casamento feliz com o escritor Fernando Rocha.
Os reflexos da Maria Vieira na novela Aquele Beijo:
“Brites, uma portuguesa da pá virada, protagoniza algumas das cenas mais engraçadas de Aquele Beijo. Além do texto de Miguel Falabella, o carisma da personagem é fruto do talento de Maria Vieira, atriz portuguesa que experimenta pela segunda vez o que é fazer sucesso no Brasil. “Me chamam na rua: ‘Olha a Brites’, ‘A portuguesa’, ‘Olha a brigona da novela!’. Isso é maravilhoso para mim”, comemora a atriz”.
Na verdade, bem ao seu peculiar estilo, Maria Vieira se apresenta na novela com uma autêntica brigona, com toda aquela genica que sempre lhe reconhecemos nas suas atuações em Portugal ao longo dos seus 30 anos de carreira.
Do sonho à realidade?
“Quando fala do carinho com que foi recebida e da vontade de abraçar o Brasil com seu lar, ela se emociona e fala à maneira portuguesa: “Se você me pergunta se eu gostaria de ficar aqui... Ah, sim, eu gostaria muito. Gostaria mesmo, até estou me emocionando... Queria fazer teatro aqui no Brasil. Vamos ver!”“. Ela diz que sente quase carioca: “E aprendi com vocês a ser mais positiva, a ter mais alegria”.
Realmente, e dentro daquilo que já escrevi em artigos anteriores, nomeadamente para o Portal Splish Splash, existem muitas semelhanças entre portugueses e brasileiros, contudo, manda a verdade dizer que o brasileiro é mais divertido do que o português.
Ó Maria, eu também sonhei um dia e aqui estou em solo carioca. Porém, ainda não te encontrei no calçadão passeando com o teu cachorrinho (o yorkshire Chulo) e o teu marido Fernando Rocha. Se um dia isso acontecer, um encontro ao acaso, não terei dificuldades em te reconhecer. És sempre a inconfundível Maria Vieira.
PRÍNCIPE DOM BERTRAND
HOMENAGEADO PELA CCBP
Já reafirmei que sinto orgulho em fazer parte da família da Confraria Cultural Brasil – Portugal, presidida pela Dª. Maria de Fátima Batista Quadros, que, com todo o seu dinamismo e persistência, tem desenvolvido um trabalho deveras meritório, não esquecendo aqui todos os seus colaboradores por via de um regular apoio.
A Confraria Cultural Brasil – Portugal, no dia 29 de fevereiro passado, ficou mais enriquecida em função da presença no seu seio do Príncipe D. Bertrand de Orléans e Bragança que, inclusivamente, recebeu o diploma de Sócio Honorário da CCBP.
Do bem elaborado discurso apresentado pela presidente da CCBP, ressaltam as seguintes palavras:
“É uma honra receber Vossa Alteza Imperial e Real, Príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança, sucessor dinástico de D. Pedro II, num momento festivo em que Divinópolis comemora seu centenário de emancipação.
Os sentimentos que hoje nos abarcam em torno desta graciosa comemoração, torna-se sublime com a presença de um membro da Família Imperial a Minas Gerais, à nossa querida Divinópolis!
É a primeira vez que a cidade recebe a visita de um componente da Casa Real Dinátisca e isto é um feito histórico que deve ser lembrado por júbilo por todos divinopolitanos e região centro oeste de Minas Gerais. Bravo! Com aplausos acolhemos o nosso Príncipe! É a história de encontro a nós”.
Na verdade, não é sempre que uma Alteza Imperial está disponível para uma homenagem desta natureza e, por isso mesmo, o próprio Príncipe Dom Bertrand ter-se-á apercebido que a Confraria Cultural Brasil – Portugal muito tem contribuído para o desenvolvimento sócio-cultural de Minas Gerais, nomeadamente a cidade-sede a laboriosa Divinópolis.
Em relação ao futuro, não temos a menor dúvida de que a Confraria Cultural Brasil – Portugal ocupará um patamar superior no que concerne ao acolhimento de outras grandes figuras da sociedade luso-brasileira.

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