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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Do jornalista Carlos Alberto Alves


Eu, as crianças e os idosos


Todos nós tivemos uma infância. Como em tudo, uns mais felizes do que outros. Nunca se fugiu (nem nunca se fugirá) ao estigma dos ricos, dos remediados e dos pobres.
Depois, quando se ultrapassam as fases de criança e adolescente, entra-se naquela em que já sabemos o que queremos e, sobretudo, pela medição da nossa própria capacidade intelectual, o que queremos ser na vida. 
Eu, por exemplo, sempre sonhei ser marinheiro, depois psicólogo e/ou jornalista. Fiquei pelo jornalismo e não estou nada arrependido. Adoro crianças e tenho o maior carinho pelas pessoas idosas. Sempre estendi a mão a qualquer idoso que pretendeu (ou ainda pretende) ser meu amigo. O mesmo direi dos jovens. Sobre estes, lidei com muitos no futebol. Quantas amizades fiz? Um ror delas. 
De criancinhas, sinto por elas uma incomensurável ternura. Tenho saudades do tempo em que a minha filha (hoje a caminho dos 36 anos de idade) comigo brincava. De analisar o seu crescimento físico/intelectual, de lhe dar aqueles beijos e abraços de quem foi presenteado com o melhor que Deus lhe deu. 
Ao longo dos tempos, conheci várias crianças recém-nascidas, filhas de pessoas intimamente ligadas à minha pessoa. Como é bonito ver uma criancinha saída logo após o parto. Que sensação, que ligação fica para o futuro. E tenho alguns exemplos dessa felicidade.
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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