MAIS HONROSOS CONVITES
Não podia,
de modo algum, aqui esquecer mais honrosos convites que recebi, relacionados
com a Associação de Futebol de Angra do Heroísmo, da qual sou, por decisão de
Assembléia Geral, Sócio Honorário, devidamente reconhecido pela Federação
Portuguesa de Futebol. Primeiramente,
três vezes seleccionador do futebol
juvenil. Na primeira, com um torneio na cidade da Horta. Vencemos tudo o que havia em disputa, inclusive a disciplina. Contudo, neste torneio, fui obrigado a tomar uma decisão, afastando o dirigente associativo por quebrar a disciplina por mim imposta ao grupo de trabalho. Apresentou-se no jantar fora de horas e com a agravante de estar embriagado, nada dignificante perante um grupo de jovens.
três vezes seleccionador do futebol
juvenil. Na primeira, com um torneio na cidade da Horta. Vencemos tudo o que havia em disputa, inclusive a disciplina. Contudo, neste torneio, fui obrigado a tomar uma decisão, afastando o dirigente associativo por quebrar a disciplina por mim imposta ao grupo de trabalho. Apresentou-se no jantar fora de horas e com a agravante de estar embriagado, nada dignificante perante um grupo de jovens.
Mais tarde, o ter participado como preletor num curso de treinadores com o
cunho da Federação Portuguesa de Futebol. Deste curso, saíram bons treinadores,
muitos dos quais já trabalhando com sucesso. Acresce que este curso foi
encerrado pelo psicólogo Joseph Wilson, do Gabinete Técnico da Federação
Portuguesa de Futebol, pessoa que muito estimo e pela qual nutre grande amizade
e estimação. Acompanhei-o em dois anteriores cursos e, também, num curso para
dirigismo, pelas ilhas de São Miguel, Terceira, Pico e Faial. Do naipe de
preletores, também fez parte o meu companheiro de “A Bola”, Homero Serpa, que,
por motivos profissionais, não se deslocou ao Pico e ao Faial, para mágoa de
todos nós, uma vez que Homero Serpa completava muito bem a equipa de
preletores. Aliás, escrevi esse pormenor numa das crónicas que fiz para o
jornal “A Bola”.
Também aqui prestaria homenagem póstuma a Acácio Rosa, antigo e dedicado
dirigente do Belenenses, mais tarde falecido. Nas suas intervenções, Acácio
Rosa, muitas vezes com as lágrimas nos olhos, falava do “seu” Belenenses.

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