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domingo, 17 de junho de 2018

Do poeta-escritor-jornalista Luís Fernando Veríssimo

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DUELO

Em outros tempos, o bate-boca entre os ministros Gilmar Mendes e Luiz Roberto Barroso só poderia terminar de um jeito: num duelo. Pistola ou espada, à escolha do ofendido. Ou, no caso, do mais ofendido. Em outros tempos, lavava-se a honra com sangue, mesmo que, muitas vezes, o sangue detergente fosse só de um arranhão. A Historia está cheias de duelos dos dois tipos, os que terminavam em morte e os que terminavam em empate – com os dois vivos ou os dois mortos.

Do poeta-escritor Alexandre Oliveira

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É TUDO DE BOM

Ele precisa ser rápido 
e inteligente só para sobreviver.
E aos poucos , bem devagar entrar
na escola para aprender.
Tia Maria , a professornha ,
que me ensinou a ler e escrever...
disse para mim : _ olha só menino !...
Ela também quer saber..
Aprender a ler e escrever
para que tudo possa se tornar 

Retrospeto Roberto Carlos

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E o King esteve em Viña Del Mar





 
Por: Carlos Alberto Alves

Quando ainda muito jovem, adorava (e ainda hoje mantenho essa adoração) ouvir música, através de um pequeno receptor em AM (óbvio que sim). Era ouvir música e, à noite, captar rádios brasileiras para escutar os relatos do futebol, que me fascinavam pela forma em como os radialistas desenvolviam as jogadas, os termos aplicados, enfim, naquilo que realmente os brasileiros são ímpares.

Homenagem à ilustre escritora açoriana Adelaide Freitas

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A menina diluída na ilha que viveu fora de sua mãe

O que sustém o sujeito na sua ficção de unidade é uma "existência aflita". Dir-se-ia o caso de Xana, menina-ilha em ruína diluída, afirmando-se contra o caos primordial, personagem central de Sorriso por Dentro da Noite -romance inicial da escritora açoriana Adelaide Freitas. Às voltas com uma mãe- -de-fotografia, a personagem revela-se uma figura suspensa num enredo que se vê lugar de intersecção entre presente e futuro, o primeiro configurado na ausência, o segundo na projecção de um tempo vazio, porque amputado da maternidade.

Da poeta-escritora Bernardete Cavalcanti

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NOITE DE LUAR

Uma lua cheia e encantadora,
ontem à noite esteve tão bela
Deixou um rastro de felicidade,
quando emergindo do mar, apareceu!
Lua singela!
Lua de meus amores!
Lua sem idade!
No céu, havia estrelas a piscar.
Tudo ficou calmo e a noite estrelada
No meu passeio diário vespertino,
deixei, amorosa, a brisa me abraçar!
Um intenso brilho permaneceu,
e, naquela noite, sumiram

Da poetisa-escritora Fátima Quadros

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ANGELITUDE

Próxima a minha janela
Nos galhos daquela árvore
Alta e bela
Canta o sabiá
E canta e canta...
A chamar chuva

Do meu baú

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Eu, o Coronel e o Coelho

Por solicitação do bom amigo Gustavo Manuel Moura, que mais tarde seria meu diretor na empresa Impraçor (Açoriano Oriental), acompanhei há uns anos atrás a visita à ilha Terceira de duas ilustres figuras, concretamente Alberto Coronel e Humberto Coelho.

De passagem pelo facebook

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José Ávila

Coisas interessantes que acontecem...
Aproveitando o portuguesismo que envolveu Sacramento ontem, houve lojas que tinham saldos por causa disso.

Aproveitei a onda e comprei uma pequena câmara fotográfica. O problema é que o livro de instruções tem 660 páginas, o que quer dizer que só daqui a uns

Mundial 2018 - Empate (1-1) no jogo-estreia do Brasil

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Com uma fase ascensional deveras brilhante no apuramento e também nos jogos de preparação que se seguiram, o Brasil partiu para a Rússia com a enorme vontade de, finalmente, chegar ao HEXA, situação que lhe fez negaças em 2006, 2010 e 2014, respectivamente, na Alemanha, África do Sul e no seu próprio país onde, tristemente, foi goleado (7-1) pela Alemanha. Mas agora é outro Brasil, comandado pelo melhor técnico. Na verdade, Tite trouxe ao futebol