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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Luís Bretão - Um Terceirense de Causas

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Ilha Terceira
 Artur Cunha de Oliveira

Luís Bretão não é pessoa de quem se possa dizer seja o que for que colha logo a atenção das gentes e satisfaça o invejoso diabinho que há em todos nós e se pela por um qualquer escândalo ou prato de lentilhas da maledicência. Não. E isto, só porque não tem defeitos de encher o olho e de que se lhe diga. Antes pelo contrário. As suas qualidades humanas são tais e tantas que o não podemos definir por uma só. O serviço ao outro? Mas quem melhor que o Luís Bretão sempre serviu e esteve pronto a servir o outro, desde os seus tempos de juventude como nos do exercício de uma profissão proporcionadora de mil contactos pessoais? O divertimento? Mas haverá por aí pessoa mais divertida e

Do poeta-escritor Alexandre Oliveira

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Sem Papas na Língua

Numa boa?... 

Ainda bem que eu só tenho três.  Graças a Deus!...

Só tenho três filhas e cada uma de um jeito diferente. Não que peguem direto no meu pé por ser um cara, talvez levado à breca e que gosta de conversar com todos sem distinção de classes.  Acho que no

Quadras de Turlu e Charrua - Do livro de Mário Pereira da Costa (9)

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Num dia de uma festa aos emigrantes portugueses, eles (Turlu e Charrua), em conjunto, ofereceram o seguinte poema, para ser lido ao microfone do meu programa de rádio (Mário Costa).
SINA DO EMIGRANTE
MOTE
Que fazes, ó emigrante,
Longe da Pátria, longe dos teus,
Sem seres judeu errante
E sem maldição de Deus
GLOSAS 
Numa terra estrangeira,
Da tua muito distante,

Numa constante canseira,

Do Prémio Nobel da Literatura - José Saramago

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Retrato do Poeta Quando Jovem
Há na memória um rio onde navegam
Os barcos da infância, em arcadas
De ramos inquietos que despregam
Sobre as águas as folhas recurvadas.
Há um bater de remos compassado
No silêncio da lisa madrugada,

E tudo são recordações - Azores Digital

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Treze + Treze + Treze
Quando um treze calha numa sexta – feira, muitas vozes se unem com esta exclamação: “sexta – feira, 13”, o que significa que o final de semana pode ser mesmo de azar em vários sentidos.

E será que eu não gosto do treze? Gosto sim.

E tudo são recordações - Splish Splash

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Mandem as meninas dar a volta ao mundo

Por: Carlos Alberto Alves
.É vulgar dizer-se, e seguindo uma velha máxima, que à terceira é de vez. Assim aconteceu comigo para presenciar um espetáculo das

De um talentoso fotógrafo - O espelho de Ricardo Laureano (18)

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Do escritor Joel Neto

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REGRESSO A CASA

Um diário açoriano

de JOEL NETO


Tás a modos, sequer?

Lugar dos Dois Caminhos, 3 de Novembro
Hoje o Melville apanhou um grilo. Parece o início de uma crónica de alguém sem uma ideia para uma crónica, mas não é. O grilo veio da garagem, no meio da lenha, há umas duas semanas. Durante todo este tempo, não nos deixou dormir uma noite descansada. E, quando o Melville o apanhou, fizemos uma festa.
O Melville era o maior interessado, aliás. Costuma dormir na sala, ao lado da lenha. Às vezes estávamos a ver televisão, os cães ressonando brandamente em volta, e lá vinha o grilo: