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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Hoje na ilha da Madeira - Homenagem ao velho Max (1)

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Maximiano de Sousa, de todos conhecido como Max, era madeirense, nascido no Funchal em 1918. Foi aí que iniciou a sua carreira artística. Sonhara ser barbeiro e violinista, tinha ouvido para a música mas pouca paciência para aprender o solfejo, e acabou por aprender o ofício de alfaiate. Contudo, o bichinho da música que sempre tivera tornou-se numa carreira em 1936, quando começa a actuar no bar de um hotel do Funchal: cantor à noite, alfaiate de dia.

Hoje na ilha da Madeira - Homenagem ao velho Max (2)

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max de sousa

Cantor, compositor, ator e músico madeirense, Maximiano de Sousa, que ficaria conhecido pelo grande público pelo diminutivo Max, era alfaiate de profissão. Nascido, no Funchal, a 20 de janeiro de 1918 apenas foi registado a 2 de fevereiro desse mesmo ano.

Hoje na ilha da Madeira - Homenagem ao velho Max (3)

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O velho Max da ilha da Madeira


Por: Carlos Alberto Alves
Portal Splish Splash

Em tempos de outrora, falando aqui da década de 50, a ilha da Madeira era muito conhecida através de um único clube de futebol, o Clube Sport Marítimo. Naquele tempo, que ainda hoje deixa saudades a muito boa gente, muito se badalava sobre o “trio maravilha” formado por Chino, Checa e Raúl Tremura. Chino que, inclusive, chegou a pontificar no Sport Lisboa e Benfica. Chino que, após ter arrumado as botas, e na sequência do 25 de Abril de 1974, passou a ser funcionário do Governo Regional da Madeira, trazido pela mão do então (e ainda lá continua) presidente Dr. Alberto João Jardim. Mas, voltando ao passado, na referida década ninguém sonhava que esse “enfant terrible”, que se formou em direito, chegaria a presidente do governo. Ele que, afinal, é um fervoroso adepto do Marítimo.

Hoje na ilha da Madeira - Homenagem ao velho Max (4)

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ADIAMENTO CONJUNTURAL DA GRANDE HOMENAGEM


Publicado em por RFS

Caros visitantes, leitores, respeitados simpatizantes e apoiantes deste muito especial e desejado tributo à grande e inolvidável figura humana e artística de este nobre madeirense internacionalmente conhecido por MAX, será positivo lembrar, que neste tipo de sociedade construída sob a égide da satisfação individual e do bem-estar social e comunitário, o útil é sempre entendido e referido como a essência da economia de qualquer nação ou estado, região ou domicílio, mas, como podemos todos reconhecer e naturalmente admitir, isso não exprime nem delimita por si só a complexidade da própria vida humana, muito menos os valores culturais que todos os agentes que, nessa sensível e importante área intervêm, querem de todo o modo preservar e defender como supremo bem espiritual e moral que todos os indivíduos deste ou de outros países deviam anteparar e resguardar na História da Humanidade. 

Hoje na ilha da Madeira - Homenagem ao velho Max (5)

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 Fadista, ator e músico popular, Maximiano de Sousa nasceu a 20 de janeirode 1918, no Funchal, faleceu a 29 de março de 1980, em Lisboa. É o maisfamoso músico madeirense a nível nacional e internacional. 
Apaixonou-se pelo fado logo em criança. Alimentava o sonho de ser barbeiro, numa altura em que os salões por vezes se transformavam em

Hoje na ilha da Madeira - Homenagem ao velho Max (6)

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Maximiano de Sousa, de todos conhecido como Max, era madeirense, nascido no Funchal em 1918. Foi aí que iniciou a sua carreira artística. Sonhara ser barbeiro e violinista. Começa a actuar no bar de um hotel do Funchal: cantor à noite, alfaiate de dia.
Em 1942, é um dos fundadores - como cantor e baterista - do Conjunto de Toni Amaral, que se torna numa sensação nas noites madeirenses e que, em 1946, vem conquistar Lisboa interpretando os ritmos do momento - boleros, slows, fados-canções. 

Hoje na ilha da Madeira - Homenagem ao velho Max (7)

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MAX por João Carlos Callixto

10 Ago 1959 - "Cha-Cha-Cha em Lisboa"


O “Gramofone” de hoje viaja até à Ilha da Madeira, mas regressa logo de seguida ao continente em ritmo de chá chá chá. A estrela é Max, nascido Maximiano de Sousa, e que começou por se destacar na sua ilha ao lado do Conjunto de Tony Amaral. Em 1946, este grupo vem para Lisboa, e apresenta-se com sucesso nas noites da capital. Carlos Menezes, o guitarrista, cedo chama a atenção com a sua guitarra eléctrica, de que foi um dos pioneiros a nível nacional.

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"Vielas de Alfama", um tributo a Max no Caixa Alfama

O Festival Caixa Alfama'15 , o maior festival de Fado do mundo segundo Luis Montez,que se realiza a 18 e 19 de Setembro, lembra nesta edição um dos nomes grandes da música portuguesa em geral e do fado em particular, o madeirense Max.



 "Max, o madeirense que sonhava ser barbeiro mas acabou alfaiate, foi uma das maiores vedetas, desde os anos 40, da rádio, televisão e teatro, com êxitos como "Noites da Madeira" ou "Bailinho da Madeira", numa alusão à ilha que o viu nascer, em 1918, e outros imortais como a "Mula da Cooperativa", "Noite, "Pomba Branca", "Vielas de Alfama" ou "Leilão de Mim"", refere a nota de imprensa.